Aproximam-se tempos de tensão social e de inquietação pessoal.
Por incompetência dolosa duma troupe política, desde sempre eleita para prever e antecipar, que nada previu e menos ainda antecipou, Portugal e os portugueses são atirados para a sarjeta da dor, da angústia e do desespero.
Na refrega que se avizinha, os contentores aprestam-se a tomar a melhor posição para desferir o contra-ataque.
Com o aproximar da greve geral, o 24 de Novembro surge como o dia D da revolta, os lados enfileiram-se na procura da melhor posição e os magistrados e juízes já tomaram a dianteira.
Inimigo não perde tempo.
Chama-os para uma conversa privada pedindo-lhes: “sejam pacientes e não criem ondas, deixem-nos vencer a batalha, prometo dar-vos por debaixo da mesa o que vos retiro às claras”.
Claro está que quem não se “mexe”, quem não “chora”, não é ouvido: uns, a maioria porque não têm quem os defenda, outros, a minoria, porque quem o devia fazer está moralmente hipotecada por um tão sujo quanto jubilado cadastro de omissões, silêncios e condescendências.
domingo, 24 de outubro de 2010
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1 comentário:
Mas não é de esperar outra coisa. De facto quando observada, a situação em nada vai mudar. Primeiro porque são sempre os mesmos actores, medíocres diga-se, que por lá parasitam, segundo porque pelos números não parece que o Povinho esteja interessado numa verdadeira mudança...
Quanto aos esquemas se tiver tempo veja aqui a realidade de Portugal... e ninguém lhe fez a pergunta óbvia após ouvir tal afirmação... Viva a malandrice, e o compadrio... que é como dizer, Viva Portugal!
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