quarta-feira, 24 de julho de 2013

Novos Revolucionários!

O semanário O Diabo tráz à estampa na formula de rumor que os militares estão a preparar uma revolta nas ruas.
Não fosse o realidade uma emergência eu rir-me-ia até à exaustão...os militares revoltarem-se!!!! Ahahahahah, mesmo para rir.
Como pode uma cambada de chibos e cordeiros em que foi transformada a instituição militar ousar arregimentar uma "revolta"? E por que o fariam AGORA...! Ridiculo, ridiculo porque anos fio viram ser vilipendiados os mais elementares direitos e CALARAM, anos a fio viram uma hierarquia PERSEGUI-LOS apenas porque queriam estudar e CALARAM, anos a fio aceitaram a prepotência, o abuso de poder, cartelizado com o procedimento disciplinar e CALARAM ... e, agora, apenas porque o Governo lhes retirou uns "trocos" decidem revoltar-se, hummmmm isto cheira mais a sensibilidade do foro mercenário do que a luta/revolta por alguma razão válida, fundada em Valores ou Princípios.
Estarei na luta, obviamente, naos por esta razão NOVA mas pela súmula de todas as precedentes..., mas se irei lutar ou rir é coisa que sinceramente NÃO SEI, nem arrisco ANTECIPAR

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Declaração de Abertura da Via Justa do PSD

Declaração de Abertura da Via Justa do PSD
Após diagnóstico conjunto da doença moral do País, lançamos um novo caminho de recuperação e desenvolvimento, baseado no Partido Social Democrata-PSD e tendo como missão o serviço de Portugal: a Via Justa. Quem sinta arder em si a chama da Pátria, se insira na ideologia defendida pelo Partido Social Democrata-PSD, e concorde com os princípios, objectivos e programa que abaixo expomos, junte-se a nós (escreva para viajusta@gmail.com).

Alexandre Vieira
António Balbino Caldeira
António Cardoso
António V. Filipe
Emanuel Manzarra
Henrique Sousa
Isabel Filipe
José António Borges da Rocha
Luís Gaspar
Paulo Carvalho
Paulo Henriques
Rui Rodrigues
Tiago Soares Carneiro
Zeferino Boal



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Declaração de abertura da Via Justa do PSD


A Via Justa é uma linha política, aberta a militantes e simpatizantes do PSD, que tem como princípios a dignidade humana, a democracia directa e um programa ideológico moderado e como objectivos a modernização do funcionamento do Partido e a afirmação de uma posição autónoma do Partido para o serviço de Portugal.

Acreditamos que o principal valor social é a dignidade humana. A dignidade humana é a raiz divina da liberdade, da democracia e do Estado de direito.

Promovemos a democracia directa como sistema de funcionamento do Partido e do Estado, para a maior integração dos cidadãos na vida política, através das seguintes propostas:

Eleições primárias para todos os cargos electivos do Estado e das autarquias e para todos os órgãos nacionais, distritais e locais, do Partido;
Separação efectiva dos poderes executivo, legislativo e judicial, auto-governo da magistratura judicial e do Ministério Público, através de conselhos superiores sem representantes de nomeação política, e controlo legal dos serviços de informação do Governo;
Liberdade de apresentação de candidaturas independentes a todos os órgãos políticos nacionais e autárquicos;
Sistema eleitoral misto nas eleições para a Assembleia da República, circunscrições de eleição uninominal, compensado com um círculo eleitoral nacional para representação parlamentar de tendências minoritárias;
Escrutínio prévio obrigatório dos candidatos a nomeação política através de audiência parlamentar pública e prestação de contas aos eleitores, responsabilização pessoal dos eleitos, convocação popular de eleitos (recall), suspensão do mandato para titulares de cargos políticos acusados de crimes de relevo e supressão da imunidade política por factos estranhos ao mandato;
Facilitação do direito de iniciativa popular de apresentação de propostas legislativas sobre quaisquer matérias e de apresentação de propostas ao nível autárquico, e o aproveitamento de actos eleitorais para consultas populares;
Financiamento partidário e eleitoral transparente;
Registo de interesses dos candidatos a cargos de nomeação política, partidários, altos cargos da administração pública e magistrados (nomeadamente a sua pertença a organizações secretas ou discretas), além da declaração patrimonial e de rendimentos;
Liberalização do direito de expressão, informação e opinião, através da revisão do Código Penal e Código de Processo Penal, eliminação da ERC e atribuição das suas competências executivas aos tribunais, proibição de detenção do controlo, directo e indirecto, pelo Estado de media e transformação da RTP num canal neutro de serviço público;
Transparência das contas e estatísticas do Estado e da administração regional e local, com responsabilização dos dirigentes e funcionários por falsificação e omissões.

Defendemos um programa ideológico moderado para o Partido e o País, tendo como farol o seu património de valores e práticas orientados pela doutrina social:

A reforma do Estado social;
A revalorização do trabalho;
O combate à corrupção;
Moralização dos salários, prémios e benefícios marginais, dos dirigentes de empresas públicas e institutos públicos;
Apoio ao desenvolvimento em vez do incentivo à dependência do Estado;
A responsabilização dos cidadãos, recentrando o Estado no papel supletivo de apoio;
A protecção laboral dos trabalhadores;
Reforma fiscal que desloque a incidência da receita do trabalho para o consumo, reduzindo o obstáculo fiscal à criação de emprego, e racionalize o sistema de impostos;
Reforma da administração pública, reintroduzindo a avaliação pelo mérito em detrimento da promoção do favoritismo;
Política de «tolerância zero» face ao crime e fim do funcionamento de dois sistemas legais no País, eliminando a segregação permissiva na aplicação da lei, complementada com uma política de integração laboral, económica e social de populações mais pobres;
Revisão do Código Penal e do Código do Processo Penal com o propósito da eficácia e do bem-estar dos indivíduos e da sociedade;
Reforma do rendimento social de inserção, recuperando os beneficiários para o trabalho em empresa, em instituições particulares de solidariedade social e em autarquias, mediante remuneração, e aplicando a assistência social do Estado para casos de doença e impossibilidade de trabalho, bem como a mudança do paradigma de burocracia na assistência para a assistência directa e ajuda à criação de um projecto de vida;
Promoção real do empreendedorismo ao nível local e regional, com o envolvimento indispensável de universidades e institutos politécnicos;
Facilitação do licenciamento comercial, de serviços e industrial;
Reformulação do sistema nacional de saúde da oferta para a procura, mantendo a sua tendência gratuita;
Consolidação do sistema público nacional de educação, com a revalorização da missão do professor e a meta de um ensino de excelência;
Revisão do programa de Novas Oportunidades, virando-o para o progresso de competências, em vez da certificação laxista de graus;
Revisão do registo civil, para evitar a multiplicação de registos falsos de crianças e a obtenção ilícita de bilhetes de identidades múltiplos, com a finalidade de acesso ilegítimo a subsídios sociais;
Equilíbrio orçamental;
Rigor e transparência nas contas públicas e estatísticas do Estado;
Contenção da despesa pública, começando com o exemplo de frugalidade nos gastos dos cargos políticos e dirigentes da administração;
Autonomia real das instituições desportivas face ao Governo, mantendo o Estado programas de apoio que serão aplicados pelas federações desportivas;
Promoção activa do conceito estratégico de defesa nacional, articulando e integrando as várias forças militares, para-militares e policiais de modo a cumprir os objectivos de segurança nacional;
Revisão da Constituição da República, eliminando o seu carácter programático e reformando o sistema político com vista à criação da IV República.

Entendemos que o objectivo de modernização do funcionamento político do Partido e do Estado se conseguirá com a reforma da democracia representativa e a adopção das medidas de democracia directa que propomos e seguimos.

E finalmente, clamamos por uma verdadeira posição autónoma do Partido Social Democrata face ao sistema socialista, tendo como missão exclusiva o serviço de Portugal.

domingo, 24 de outubro de 2010

GENERAIS - oboediscere

Aproximam-se tempos de tensão social e de inquietação pessoal.
Por incompetência dolosa duma troupe política, desde sempre eleita para prever e antecipar, que nada previu e menos ainda antecipou, Portugal e os portugueses são atirados para a sarjeta da dor, da angústia e do desespero.
Na refrega que se avizinha, os contentores aprestam-se a tomar a melhor posição para desferir o contra-ataque.
Com o aproximar da greve geral, o 24 de Novembro surge como o dia D da revolta, os lados enfileiram-se na procura da melhor posição e os magistrados e juízes já tomaram a dianteira.
Inimigo não perde tempo.
Chama-os para uma conversa privada pedindo-lhes: “sejam pacientes e não criem ondas, deixem-nos vencer a batalha, prometo dar-vos por debaixo da mesa o que vos retiro às claras”.
Claro está que quem não se “mexe”, quem não “chora”, não é ouvido: uns, a maioria porque não têm quem os defenda, outros, a minoria, porque quem o devia fazer está moralmente hipotecada por um tão sujo quanto jubilado cadastro de omissões, silêncios e condescendências.

sábado, 31 de julho de 2010

bancos, desemprego, justiça: ou seja mais do mesmo

Recentemente subiu à superficie do conhecimento coisas e loisas que mais parecem ter saído do horizonte da ficção.
1. Os bancos, aqueles mastruços que pela calada da noite extorquem dinheiro aos clientes, e que dizem ter passado nos testes de stress (julgo eu, por terem falsificado a informação), apresentam - sem pingo de pudor ou vergonha nacional - lucros desmesurados, ainda por cima com pompa e circunstância mediática.
Os portugueses não dizem, porque não têm voz, mas pensam como é possível isto ocorrer quando o país está na miséria, quando milhões de concicadãos passam fome, estes os esfomeados são obrigados a ouvir que os "ladrões" apresentam lucros?
Lucro, que estranha forma de designar o roubo.
Os bancos roubam os cliente, a palavra está semanticamente correcta, pois é sabido que, alegando tratar-se de despesas de manutenção, invadem as contas pessoais dos clientes para lhes extorquir dinheiro. E fazem-no ao arrepio do humanismo, da civilidade e da democracia. Fazem-no apresentando um descarado despudor e uma falta de respeito e de solidariedade, abusando dos fracos e protegendo os fortes.
Dizem-nos que, por lei, nas contas com movimento médio até 1500 euros podem roubar 6 euros por mês e nas contas com movimento entre 1500 e 3000 euros o roubo é reduzido em cinquenta por cento (3 euros por mês).
Como se tal não fosse de si andrajoso e imoral, dizem-nos ainda que AS CONTAS COM MOVIMENTO ACIMA DOS 3000 EUROS NÃO SÃO OBJECTO DE QUALQUER DESPESA DE MANUTENÇÃO, estas escapam ao furto.
Que coisa estranha num país que se diz democrático e humanista.
Na verdade todos sabemos que Portugal não é um país materialmente democrático, conforma apregoa ao vento a constituição, pois se o fosse então o procedimento deveria ser o simétrico isto é exactamente o contrário do que é feito ou seja as contas com rendimentos acima dos 3000 euros deviam pagar uma taxa elevada, a~s intermédias uma simbólica e as pequenas (registe-se que são a maioria dos portughueses) deviam estar isentas.
Isto sim seria um procedimento humanista e solidário.
Se quem pode pagar fica isento e quem não pode é forçado a pagar, então estamos perante uma propsa ditatorial e não num modelo de sociedade democrático.
Enfim

2. Todavia, enquanto isto ocorre, ouvimos os afilhados do regime - sim, os mesmos, sempre os mesmos, as mesmas caras que todos os dias aparecem à mesma hora para falar sobre os mesmos assuntos: os cançoneteiros da maldade - apregoam aos sete ventos que o país está em crise e que a unica forma de a atacar é obrigar os portugueses (não o dizem mas sabemos que se referem aos portugueses honestos) a sacrifícios e mais sacrifícios.
Cabe aos honestos, aos cidadãos exemplares, aos que cumprem os seus deveres, o dever emergente de salvar as contas púbvlicas.
Sorte de cão.
Cabe agora, como sempre coube, apenas porque estamos num país de má fé, aos mesmos de sempre tapar as falhas dos aldrabões de sempre.
Sorte madrasta esta de ser português honesto.
Os peritos chamam-lhe déficit, eu chamaria incompetência.
Mas aqueles delfins de meia tijela, aliás agentes pagos para tal tarefa, não se cansam de assustar os portugueses bradando o perigo só para cobrir as costas dos governantes abrindo o caminho mental para estes de seguida aplicarem as furtivas e fustigantes medidas.
O que é curioso é que ambos (delfins traidores e governantes pérfidos) sabem que a causa da catastrofe vem de outro azimute e não dos portugueses, especialmente daqueles a quem a mensagem é dirigida: aos honestos.
Sabem mas, por conveniência pessoal e cumplicidade sistemica, omitem-na aos portugueses a quem se dirigem e querem atingir. É sabido que a dívida fiscal, isto é a receita que o Estado não cobra aos desonestos, daria pagar cobrir o déficit.
Ora se a receita não cobrada, por conduta desonesta, daria para evitar que os honestos fossem obrigados a pagar em duplicado, então - e se Portugal fosse governado por gente solidária e leal ao povo - veríamos o Estado não a demonstrar incapacidade em atacar o problema e em perseguir os desonestos, mas sim activo e consistente na perseguição dos desonestos e dos recalcitrantes.
Se assim fosse veríamos o Estado não a atirar-se com toda á furia sobre os honestos, ou seja aqueles que sempre cumpriram com as suas obrigações de cidadania, e sim a perseguir os caloteiros e maus compatriotas.
E que fácil seria atacar o mal.
Trata-se de um caso de interesse nacional. Há interesse nacional que todos os cidadãos sejam honestos e como assim cumpram as suas obrigações para com a comunidade; logo os que não o são, os desonestos, os que se cagam para o interesse nacional e são descaradmente desleais devem ser tratados como "criminosos" e não como simples incumpridores.
E bastaria este pormenor semântico para atacar com verdade o problema, ou seja o estado não recupera a divida ao fisco porque não tem coragem (nem interesse) em ajustar a semantica penal. Dadas as circunstâncias, tenho para mim que quem foge ao fisco comete o Crime de Delinquência de Alta Traição à Pátria, e ponto final.

3. Ahhhhh, a justiça pois claro.
Esta semana foi pródiga em acontecimentos jurisdicionais. O país ficou a saber que o nosso primeiro ministro é FORMALMENTE inocente pelo crime de corrupção e tráfico de influências.
E mais não digo, a não ser aquilo que sempre disse quando o assunto se chama corrupção. Dado que a corrupção, em Portugal, atingiu um grau orgânico, deixou de ser uma delinquência localizada para se transformar num fenómeno epidémico, repito o que sempre disse sobre o assunto: hoje em dia só conheço um sítio onde não há corrupção: ONDE AINDA NÃO FOI DESCOBERTA.

4. ~Fazendo um rewind mental direi que a prepotência apoderou-se do poder no preciso momento em que este destruíu o único contraditório que vigorava em Portugal e lhes fazia frente: as FP-25.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

QUANDO NÃO SE ATACA O VERDADEIRO INIMIGO (desorganização geral), ATACA-SE O PUTATIVO

Uma embarcação descaracterizada da Polícia Marítima foi esta quarta-feira, durante a madrugada, alvo de tiros de metralhadora disparados por uma lança da Armada, enquanto efectuava uma operação de vigilância costeira perto de Portimão, afirmou fonte dos serviços de informações à agência Lusa.

A lancha ‘Pegaso’ da Marinha portuguesa aproximou-se de um barco a quatro milhas da costa, ao largo da praia da Salema, levantando suspeitas para a Armada, que disparou quatro rajadas de metralhadora.

Sem responder ao fogo, a embarcação da Polícia Marítima acelerou para uma distância segura, "ligando posteriormente os pirilampos rotativos" que a identificam enquanto lancha policial, onde seguiam três elementos da polícia, acrescentou a mesma fonte.

O incidente entre as duas forças da Armada sucedeu numa área referenciada pelas autoridades como uma zona de tráfico de estupefacientes do Norte de África para o Sul do Europa.

O gabinete do Chefe de Estado-maior da Armada não quis comentar "questões de natureza operacional".

A actuação da Polícia Marítima enquadrava-se numa operação de controlo de fronteiras externas europeias (Frontex).

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

HEBEDISMO NATALICIO, OU...

Enquanto os priveligiados chafurdam no hebedismo folclórico natalicio, e as tv insistem no mercantilismo irracional, pasme-se que vão ao ponto e cumulo de sugerir o tipo de prendas, criando uma onda negocial imparavel, há uma porção de portugueses que não pode ser esquecida, não porque não têm prendas, não porque não podem confraternizar com as famiias mas tão somente porque ficaram - subitamente -, por um cruel capricho da natureza, sem lar: refiro-me as gentes de Torres Vedras que viram num ápice o solo ruir debaixo dos seus pés... para vós, há pelo menos um português que sente a vossa dor aguda e com ela se solidariza, a esperança de um amanhã melhor e que Deus traga esperança e alegria às vossas crianças que, como as restantes, merecem um natal de alegria e não de pesar.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

PORQUE NÃO ACREDITO NA JUSTIÇA

Fui involuntariamente envolvido num desgastante e desigual processo de litigância castrense devido à subtracção do Estatuto do Tratabalhador Estudante, que entretanto usufruía, e que em 2004 me foi ilegalmente retirado pelo Comandante da Unidade (Escola Prática de Transmissões) que o fez abusivamente e contando (o que é mais grave ainda) com o beneplácito da chefia do exército. A instituição militar definha embriagada numa mentalidade obsoleta, deu prova cabal que não se modernizou e que não está habituada, nem preparada, para o facto – puramente legal e normal - dum subordinado contraditar as decisões hierarquicamente fixadas.
A reacção, mórbida e profundamente cobarde, inadmissível nos tempos que correm, foi retaliar em toda a linha, aspergindo sobre mim uma barragem de procedimentos alguns dos quais fazem corar de vergonha a constituição da república.
Apesar disso, e embora à primeira vista não o pareça, não me movo por qualquer sentimento espúrio de vingança ou retaliação; movo-me porque tenho o dever de contribuir para a melhoria da sociedade em que vivo e me insiro e que gostaria de ver social e humanamente melhor nutrida aquando da passagem para os vindouros; movo-me porque considero que nenhuma injustiça deve ser calada e movo-me ainda porque não acredito no actual sistema judicial, especialmente na vertente disciplinar castrense.
Sobre o descrédito da justiça pouco ou nada poderei acrescentar pois a percepção do povo é que não existe justiça; mas não é só o povo quem assim pensa pois há quem a defina como sendo “uma casa de horrores” (como diz o bastonário da ordem dos advogados), ou como desabafa o Dr. Luís Filipe Menezes “nos últimos anos, a vida pública portuguesa viveu condicionada pelo alarido à volta de casos de justiça. Numa primeira fase, políticos no activo; agora, toda a gente: banqueiros, empresários, forças de segurança, magistrados e até clérigos em funções! O lendário triângulo - autarcas, empreiteiros, futebol - passou a octógono, com enorme propensão para que a natureza poligonal se transforme num enorme círculo, onde coabitam a corrupção, o tráfico de influências, a prevaricação, a participação ilegítima em negócios, a associação criminosa e, um dia destes, o terrorismo”; ou ainda como soletra o Prof. Freitas do Amaral “sinceramente, nunca pensei assistir a uma degradação tão grande dos princípios fundamentais do direito e da credibilidade da justiça. Estamos a bater no fundo, mas também estou firmemente convicto de que há muitas formas de combater a corrupção, melhorar o funcionamento da justiça, revalorizar os princípios do Estado de direito”; de facto o sistema judiciário anda nas ruas da amargura.
A mediatização dos processos pôs a nu injurias de incúria e cedilhas de irresponsabilidades de ambos os lados: os juízes queixam-se do poder político e vice-versa. Mas há que convir que os juízes (e magistrados) contribuem para o lodo quando esquecem que o seu mérito perante a sociedade é granjeado na solução dos casos simples, naqueles em que entra a gente anónima e humilde, e não nos mediáticos cuja conclusão é repetidamente a mesma, gasta e cansativa.
E aqui, nos casos relativos ao zé ninguém, o sistema falha em toda a linha, por isso deixei de acreditar no actual sistema de justiça e seus actores, e a circunstância de não acreditar na actual justiça e seus actores não resulta de convicção gratuita ou sequer de inferência indirecta, mas antes, e especialmente, da consciência e do conhecimento de facto.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

PORTUGUESES COM MOTIVOS PARA SORRIR?

Hoje, como de quando em vez, e seguramente mais vezes do que seria desejável, uma bizarra figura deste regime aparece na antena para alarmar e aterrorizar os portugueses.
Como é bom de ver, refiro-me ao Grande Filho da P**** do Vitor Constâncio que hoje vem a publico dizer (criando uma almofada para o Governo/Bilderberg) "ser inevitável" o aumento dos impostos.
Concordo com ele, de facto se não é evitável "perseguir os fugitivos do fisco" e se não é evitável reduzir o hiato (enorme, 30 vezes) entre os vencimentos mais altos (onde se inclui o do dito cujo) e os vencimentos miseráveis da esmagadora maioria dos portugueses então só resta o "saque" ao bolso do incauto cumpridor.

Parabéns Dr. Constâncio: ganha tanto e afinal as ideias que consegue obter são acessíveis e ao alcance do senso-comum.

Ponha-se um desempregado no lugar deste gajo

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

PGR A MAIS, VERDADE A MENOS

Concidadãos vejam ao estado a que ISTO chegou.

O Procurador-geral da República (PGR) perante a denuncia de um crime, decide fazer “orelhas moucas” e não agir.

Apenas se preocupa com a circunstância de haver “fugas” de informação.

Esquece o mais importante: em primeiro lugar é seu dever perante a percepção de um crime agir formalmente, e, pior ainda e em segundo, acho que está muito enganado com a sua pseudo-preocupação com as fugas: como estaríamos nós sem as fugas de informação?

Nem é bom falar.
Se mesmo assim os inquéritos são inconclusivos, não chegam a lado nenhum, excepto os do cidadão anónimo, o que seria se não houvesse fugas, Meu Deus, se isto já é um Estado de corrupção generalizada, bem o que seria então?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

UM TENTÁCULO CHAMADO MINISTÉRIO PUBLICO

EU, COMO CIDADÃO, JÁ NÃO TINHA QUALQUER DÚVIDA QUE PORTUGAL ESTAVA TRANSFORMADO NUM POLVO MAFIOSO E CORRUPTO.
JÁ ANTERIORMENTE HAVIA POSTADO SOBRE A MALVADEZ E A FALTA DE ZELO DO MP.

Ouçam o que diz o Presidente do Supremo: quer afastar MP da investigação

Costa Andrade, membro do Conselho Superior da Magistratura, diz que, se houver suspeitas de crimes, escutas com Sócrates são válidas.

As ondas de choque do caso "Face Oculta" continuam a provocar danos nas estruturas das magistraturas. Ontem, à boleia da polémica com o procurador-geral, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, resolveu recuperar uma ideia antiga: o regresso ao modelo de investigação criminal liderado por um juiz e não por um procurador do Ministério Público.

Ainda que não se tenha referido directamente à ideia, Noronha do Nascimento, em declarações à RTP, depois de criticar o envio de certidões "tão importantes" do caso Face Oculta "aos bocadinhos" e às "bochechas", lançou: "É preciso pensar se não temos de repensar toda a estrutura da investigação."

As palavras de Noronha do Nascimento foram imediatamente lidas, como o retomar de um discurso seu de 2007, em que defendeu que à frente da investigação deveria estar um juiz e não um procurador do Ministério Público: "Queremos uma investigação centrada em juízes de instrução para, através da independência, garantir a sua autenticidade, ou queremo-la centrada no MP?", questionou o presidente do STJ. Uma ideia que, na sequência da polémica das certidões com o procurador-geral, Pinto Monteiro, resolveu recuperar.

O bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho e Pinto, afirmou ontem que partilhava as ideias defendidas por Noronha do Nascimento no âmbito da investigação criminal. Na SIC Notícias, o advogado defendeu que se devia "repensar o estado da investigação criminal", por ser desigual.

"Há pessoas que estão presas por serem pobres e que não tiveram defesa porque não tiveram dinheiro para pagar a um bom advogado", referiu. Por outro lado, reiterou a perspectiva de que "há pessoas que permanecem intocáveis. Devemos repensar a investigação criminal porque esta falhou o seu objecto constitucional", conclui.

Entretanto, Manuel da Costa Andrade, um dos mais conceituados especialistas em Direito Penal e membro do Conselho Superior da Magistratura, nomeado pelo Presidente da República, considera que as escutas telefónicas entre Armando Vara e José Sócrates podem ser utilizadas num processo.

Numa declaração ao DN, o professor catedrático de Coimbra sintetizou a sua opinião numa frase: "Podia chegar-se ao absurdo de uma escuta legal obter dados de um crime hediondo cometido por um órgão de soberania e isto não poder ser valorizado."

Costa Andrade explicou que, tal como prevê a lei, nos casos em que estejam em causa escutas ao Presidente da República, presidente da Assembleia da República e primeiro-ministro "o presidente do Supremo Tribunal de Justiça funciona como juiz de instrução para efeitos de autorização de escutas telefónicas".

"Este regime", continuou, "não prejudica o regime especial dos conhecimentos fortuitos, segundo o qual, feita validamente uma escuta, são válidos os conhecimentos adquiridos relativamente a crimes do catálogo". Se o crime em causa for tráfico de influência, a escuta pode ser aproveitada.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A FACE OCULTA

Os ardinas do burgo não se cansam de trazer a ultima nova (velha!) notícia sobre corrupção em Portugal; agora envolvendo os mesmos de sempre (“históricos” do poder, ex-governantes).
A dimensão deste iníquo fenómeno atingiu proporções desproporcionadas.
Todos conhecemos a causa: cultura da impunidade e da irresponsabilidade.
Tudo porque os caboucos do regime parido na revolução de Abril foram a irresponsabilidade e a impunidade, e estas enteadas enraizaram-se no poder e no caldo social e depois, claro naturalmente e como cogumelos, começaram a nascer os “misteriosos “ prenhes de irresponsabilidade e de impunidade, vejamos: a novela do desaparecimento de Madeleine McCann, o infindável caso Casa Pia, o caso Portucale, a Operação Furacão, a compra dos submarinos; as escutas ao Presidente da República, o caso da Universidade Independente, o caso da Universidade Moderna, o Apito Dourado e a corrupção na arbitragem, a corrupção nas autarquias (De Fátima Felgueiras, a Isaltino Morais, passando pelo Valentim Loureiro, Ferreira Torres e o caso Braga parques), as denuncias de Catalina Pestana a esvaírem-se pelo ralo da indiferença, as de João Cravinho idem aspas, os doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida, a espantosa sentença do miúdo electrocutado no semáforo em Lisboa, as crianças assassinadas na Madeira, o mistério dos crimes imputados ao padre Frederico, o mistério do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal, as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo. Aquelas em que ela reconheceu imensa gente 'importante', jogadores de futebol, milionários, políticos, os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran, os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, o mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha, aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência, um sem fim de enigmas à portuguesa, onde no topo podemos colocar o ASSASSINATO do primeiro-ministro (SÁ CARNEIRO)

Onde estão os responsáveis por inquirir, acusar, julgar, sentenciar e condenar?
Os portugueses sabem que – hoje - em Portugal só é condenado o desgraçado do “Zé Ninguém” apanhado com o carro mal estacionado.
Assim como … em Portugal já “SÓ HÁ UM SÍTIO” onde não há (ainda) corrupção, sabem onde?
- ONDE AINDA NÃO FOI DESCOBERTA

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Ó DR. GARCIA PEREIRA: O REI VAI NU

Hoje o país ouviu o Dr. Garcia Pereira dizer que no inquérito às praxes praticadas no Colégio Militar houve uma “sabotagem organizada” por parte das chefias militares e responsáveis.
As televisões fartaram-se de ecoar a “novidade”.
Pois devo dizer que nada disto é estranho ou sequer novidade para mim, há anos que não me canso de denunciar a hipocrisia reinante no seio do Exército Português onde “vegeta” uma hierarquia incapaz de viver e conviver com o contraditório (e como assim ignorando os mais elementares princípios do direito e da razão), que estimula a subserviência, a competição sem freio, inculca o medo (jogando com o poder de influenciar a carreira).

Os militares do Exército de Portugal são tratados “abaixo de cão”. Os actos administrativos e disciplinares são tão imorais como no tempo da inquisição (ou mais recentemente do PREC).

Cometem-se irregularidades e atropelos impensáveis num país pertencente à EU.

Afirmo, com conhecimento e consciência de causa, e por minha honra que não é de agora que a “sabotagem organizada” existe, por aqui não existe facto novo; a novidade é a sua notícia, a divulgação publica.
Antes fosse o contrário mas infelizmente não é.

No Exército Português a hierarquia age a “seu belo prazer, a favor ou contra a lei” porque sabe que não existe “superintendência” dos seus actos ou omissões. Basta ver o que aconteceu com o Estatuto do Trabalhador Estudante onde um coronel-comandante andou durante 4 anos a violar a lei da república, incluindo a sagrada constituição e no final o que aconteceu: PROMOVIDO A GENERAL, enquanto os lesados foram votados para a sarjeta da indiferença.

No vector descendente a linha é a “ameaça” – expressa ou velada – de prejudicar a carreira; no vector inverso vigora o medo mesclado com a “raiva” dos impotentes.

Mas, e se o Dr. Garcia Pereira ou o Dr Procurador-Geral se dessem ao cuidado de promover uma auditoria às decisões administrativas e disciplinares produzidas e fixadas pela hierarquia militar, o mínimo que iria acontecer a ambos quando o resultado chegasse seria “corar de vergonha”.

Eu afirmo que no Exército Português o direito à reclamação e ao recurso só tem propriedade formal, mais nada. As decisões são fixadas em completo fingimento prático, decorrem da necessidade de saciar o formalismo”, nada mais. O corporativismo é a regra e o secretismo funcional solidifica-a, mais vezes do que seria desejável vê-se o decisor, quando chamado a dirimir entre uma mentira de um superior hierárquico (queixado) e uma verdade dum inferior (queixoso), a inclinar a decisão em favor daquele.

Não sou, nem nunca fui apologista da violência mas há limites para tudo, como diz o provérbio.

Sem medo e a bem da verdade

terça-feira, 22 de setembro de 2009

JUSTIÇA, POIS CLARO

Hoje os ardinas do Bilderberg oferecem ao Povo Português - sem que este o tenha requerido sequer - mais um emolumento da podridão a que votaram esta velha nação de conquistas.

Consta que o Excelentissimo Juíz Rui Teixeira (sim, o que foi ao Parlamento levantar a imunidade do deputado Paulo Pedroso) está a sofrer pressões e retaliações ilegitimas.

A sensibilidade socialista do Conselho Superior da Magistratura não lhe quer perdoar a ousadia de ter acusado "figuras ligadas ao PS".

É claro que em Portugal, sim a republica dita democrática, a justiça tem cores e classes: politicos e poderosos ninguém lhes pode tocar, senão

Palavras para quê? Basta relembrar uma célebre frase do saudoso Zappa F. "o mundo é uma bola de merda, quanto mais se mexe mais mal cheira"

Como ele tem razão

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Ó DR. MÁRIO SOARES: POUPE-NOS

Desde há algum tempo a esta parte que vinha sentindo enorme simpatia pelas "aparições" do Dr Soares, especialmente na sua atitude de critica e contestação à politica belicista americana e à omissão dolosa da Europa comandaada pelo Bilderberg do Barroso.

Efectivamente quanto mais me aproximava do pensamento do Dr Soares mais o País se tornava insensivel ao que ele dizia, parecia que ninguém o queria ouvir quando as suas palavras eram duras para com o tegime e os regimentais.

Ontem parece que tudo mudou, bruscamente.

Do dia para a noite o País parou para ouvir o Dr Soares, porquê? Terá sido por obra e benevolência do bilderberg?
Mas o que é curioso nesta história é que ele (Soares) surge do nada, de paraquedas como soi dizer-se, apenas para dizer banalidades e asneiras de conveniência

Acusa a Dr Manuela, pois todos a acusamos,
solidariza-se com o Eng Sócrates, que bajulhice... Ó Dr Soares o senhor n precisa de se fazer de hipocrita, o que o senhor diz do Barroso aplica-se integralmente e ipsis verbs com o tal de Sócrates, bolas

É certo que o periodo de campoanha (em rigor de alienação) permite que tudo seja dito e ouvido, o que é pior, mas valha-nos Deus Dr Soares poupe-nos, poupe o Povo, seja patriota - pelo menos uma vez na vida - e situe-se ao lado do Povo Português e, para estar ao lado do Povo Português, o senhor tem de se situar contra a Manuela, o Socrates e todos os bandalhos do PS e do PSD que o trai´ram e traiem e toda a hora e momento.

Não nos insulte.

Retire-se.

Não se exponha.

respeite-nos.

Estamos na Comunidade Europeia, abdicamos da nossa moeda, da nossa lingua, das nossas fronteiras, da nossa soberania e DIGA quantas vezes o Povo foi ouvido para esta metamorfose interesseira? Quem levou o País para a falência Reral e Moral?

Nesta altura, todos os profissionais da mentira apelam á Verdade?
Ok eu exorto-os a falarem, uma vez na vida, a verdade e contem então ao Povo Português a verdade sobre:

1. CAMARATE (onde um primeiro ministro e um ministro entre outros foram assassinados e tal não mereceu julgamento), digam a verdade ao Povo?

2. BILDERBERG (que seita é esta que seduz tantos politicos, economistas, banqueiros e outros dignitários da Lusitânia) digam a verdade ao Povo?

3. GUERRA DO IRAQUE (Digam a verdade ao Povo? Digam porque é que o Barroso MENTE AOS PORTUGUESES - dizendo o que disse no parlament - sem lhe sere assacada qualquer responsabilidade)

4. CONTRADITÓRIO (Digam a verdade ao Povo Português, digam o que lhe acontece (povo) se ousar enfrentar os poderes (mafiosos) instituidos? Digam se este (povo) tem direito ao contraditório?)
Na verdade - em Portugal - o direito ao contraditório CESSOU com a extinção (de forma corrompida, diga-se) das FP-25
Hoje está a surgir de novo, ao de leve, masd apenas na BLOGOSFERA.

Em mais lado algum existe contraditório: ALIÁS OS PORTUGUESES - FALO POR MIM - JÁ ESTÃO CANSADOS DE VER TODOS OS DIAS À MESMA HORA AS MESMAS PESSOAS A FALAR SOBRE OS MESMOS ASSUNTOS

Pode ser verdade ou mentira aquilo que dizem, por certo que 99% é mentira, mas pouco importa pois o que lhes interessa é que isso fique INCULCADO no pensamento dos ouvintes.

Por Portugal, o da Verdade

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Deus, livrai-nos destes Senhores? Tende piedade de Nós

«É uma decisão que sanciona, claramente, o incumprimento por parte da Federação, e em particular do CJ, do acórdão do Supremo Tribunal Administrativo que declarou que é ilegal o uso das escutas telefónicas fora do respectivo processo-crime em que foram determinadas e ,especialmente, no âmbito de processos disciplinares»


Só neste Miserável País é que doutos “juízes”, usam o pedestal da autoridade formal, para se permitirem julgar alegados ilícitos com base em “prova ilícita”.
Tenho cá uma secreta esperança que – uma vez mais – vai sair incólumes da manigância, pois como sempre ocorre neste país todo a instituição e todo o instituinte pode fazer o que bem lhe der na telha que nada lhe acontece.
Desgraçado sim é o Zé Pagode, este é que leva logo com todo o peso conta e medida.
Talvez, quem sabe, a Escritora Carolina venha a editar um novo best seller e daí talvez se abotelhe um novo filme candidato a um Óscar.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

PORTUGAL ALFOBRE DO BILDERBERG

Os portugueses, ainda que não o peçam, estão sempre a receber "prendas" dos figurantes do regim e ontem foi a vez do Dr Rogério Alves oferecer aos portugueses uma prenda espantosa, dizendo-lhes que o ESTADO PORTUGUÊS É HABIL A FUGIR ÀS SUAS RESPONSABILIDADES.
Como cidadão exijo responsabilidades perante tão descortez afirmação.
Não que discorde, a minha discrodância não é mediatica, mas seja qual for o ângulo de observação não se descortina nenhuma razão para o seu panegirico.
De facto o que o Dr disse é verdade e é grave, ou é mentira e grave é.
No primeiro dos casos por razões obvias; no segundo por uma razão mais do que óbvia, significa que em Portugal TUDO pode ser dito impunemente.

E porque razão isto acontece, pergunta-se?

Miriades de razões/causas assolam o meu espirito, mas há uma que é por demais flagrante, chama-se Bilderberg.
Sabendo que o objectivo do Bilderberg passa por apoderar-se do Globo e instituir um Governo planetário, com uma constituição unica e, especialmente, porque propõe a instauração dum ambiente de Perpetuao Ansiedade, visando escravizar as populações - passa a ser exigivel que este ensaie uma formula de experimentação no terreno quer para aferir da aplicabilidade da sua estratégia, quer para medir os seus efeitos na amostra (Portugal).

Ora a alienação das populações não se decreta, impinge-se step by step.
E precisando como prescusa de um "terreno experimental" quem melhor que Portugal para lhe satisfazer tais instintos. Um País formalmente rico e materialmente pobre, um povo socialmente tolerante e indivudalmente puro é o nicho ideal para aferir a estratégia da alienação colectiva.

Os mais cepticos recusam acreditar em tal proposito.
Mas o Bildeberg precaveu-se contra este cepticismo natural e vai daí e desata a "corromper" todas as estruturas e os titulares do poder.

E estes não se fizeram rogados, cagaram-se para os compatriotas e venderam a alma ao diabo, aceitando este macabro negócio ainda que sabendo que com isso subjuga e aliena o interesse e o respeito pela condição humana dos Milhões de concidadaãos, dos quais quase metade vive (sobrevive) no limiar da miséria, social e psicologica.

Mas voltando ao Bilderberg e à sua estratégia de ensaio territorial começa-se então a perceber melhor porque é que algumas "coisas" (em rigor, experiências) só ocorrem em Portuga; embora e obviamente algumas delas venham empaleadas e polidas com uma capa de beneplácito social: como é o caso do Magalhães.
Mas outras há, a Via Verde, o Chip na matricula, as experiencias legislativas, o xadrez economico e financeiro, a opinião publicada, a intoxicação mediatica, e muitas mais que sustentam - às claras - a estratégia da alienação e temor social emergente.

As televisões talham um País Idealizado, distante do real, há um canal (a SIC) para quem esta semana Portugal resume-se a dois emolumentos: Ronaldo e Benfica, dois emolumentos alienadores quanto baste.

Recordando a história do encontro entre dois velhos amigos, um deles português e o outro americano (curiosamente retirada do blog duma amiga - que me perdoará a ousadia), onde ambos ripostavam sobre o conceito de pobreza e o português, coitado com conhecimento e consciência de causa, arrazoava-se perante a inevitabilidade da pobreza nacional quando o americano ripostou.
Os portugueses pobres, não pode ser pois:
1. Pagas por um litro de gasolina, mais do triplo do que pago eu?
2. Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade, de telemóvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?
3. Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços bancários e cartas de crédito ao triplo que nos custam nos EUA?
4. Ou quando podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 US Dólares e vocês pagam mais de 20.000 EUROS, pelo mesmo carro?
5. Podem dar mais de 8.000 EUROS de presente ao vosso governo e nós não. Francamente não te entendo! Nós é que somos pobres! Por exemplo: em New York, o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%, nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal. Contentes com estes 20%, pagais ainda impostos municipais. Além disso, são vocês que têm "impostos de luxo" como são os impostos na gasolina e gás, álcool, cigarros, cerveja, vinhos etc., que faz com que esses produtos cheguem em certos casos até 300 % do valor original., e outros como imposto sobre a renda, impostos nos salários, impostos sobre automóveis novos, sobre bens pessoais, sobre bens das empresas, de circulação automóvel.
6. Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.
7. E vocês pagam ao vosso Governador do Banco de Portugal, um vencimento anual que é quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos EUA
8... Sois pobres... onde?
9. Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e autarcas.
10. Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e de Empresas ligadas ao Estado. Deixa-te de tretas! Sois pobres, como? Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre a renda se ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa, isto é mais ou menos os vossos 2.370 euros.
11. Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e electricidade.
12. Aí pagam segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto nós como somos pobres e conformamo-nos com a segurança pública.
13. Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.

Vocês não são pobres.
Gastam muito mal o vosso dinheiro.
Ou então, os Portugueses, são uns estúpidos!
Que vou responder?, murmura o português.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

ALARIDO CÍNICO

12 HORAS EM PONTO.

A SERENIDADE E A ACALMIA SÃO ABRUPTAMENTE INTERROMPIDAS COM O ALARIDO DA SIC EM REDOR DO CR9.

O JORNAL COMEÇA AO MEIO-DIA EM PONTO E 20 MINUTOS DEPOIS É QUE SURGEM AS NOTICIAS, DESPEJADAS EM 3 MINUTOS... TUDO PORQUE A NOTICIA A IMPINGIR PELO BILDERBERG É O CR9, ESSE LIXO DO CAPITALISMO DESENFREADO E DO DEXSPUDOR ILIMITADO, UM ZÉ NINGUÉM A QUEM BEIJAM OS PÉS E COBREM DE OURO ENQUANTO 2.000000 DE CONCIDADÃOS VIVEM NO LIMIAR DA FOME...

PORTUGAL ÉS UMA MERDA
NÃO HÁ CONTRADITÓRIO...
SOMOS EMPURRADOS PELA CORRENTE: AI QUE SAUDADE DAS FP-25 DE ABRIL

sábado, 4 de julho de 2009

NASCIMENTO E MORTE, OU VICE-VERSA

A unica garantia absoluta que conquistamos com o nascimento é, paradoxalmente, a morte. A morte é pois a assimptota da vida terrena e o prestar de contas com o Criador.

No momento da morte, extase de deidade indecifrável, a nossa alma liberta-se da clausura fisica e, conjuntamente com o Monitor divino, empreende a derradeira caminhada para a luz. Mas além de libertação é também momento para prestar contas .. é então que entra em cena o papel do Ajustador de Pensamento... o encontro final entre os dois mistérios - outrora corporizados - dá-se com a trasfega para este de todos os feitos experienciais anotados em favor do fusionamento divino, um processo de trasfega inacessível ao ser mortal, enquanto "vivo".

Sob este ponto de vista a morte é o nascimento do Nosso Eu Moroncial...

Graças a Deus

OVERDOSE DE ... VAZIO

Na origem dos ideis podemos conceber o eforço continuo duma mente humana primitiva esforçando-se numa luta de constância para fugir da psi animal e ascender, diga-se hoje com êxito, ao sentimento do dever "socal" e das obrigações "morais".

Ziliões e ziliões de experiencia pré-humanas estiveram na base do processo formativo da entidade gregária que hoje transportamos ao colo.
A vitória da hominização foi o maior avanço histórico que a vida concebeu a si própria. Com ele o homem ascendeu e acedeu ao dominio das correntes ascendentes do universo.
Mas...

Terá vaido a pena?

Nunca como hoje o homem se encontrou numa encruzilahada de duvidas e de perplexidades.

Em vez de olhar por SI e pelo seu Semelante e Sucessor o instinto humano convida-o a participar na maior onda de egoismo que a história da vida regista, sem cadastro de memória universal.

As esferas humanas, assim como os niveis mais elevados da mente humana convidam-nos a formular essa impar interrogação: terá valido a pena?

Se o processo de hominização fez-nos deixar para tras a animalidade, hoje espera-se um despertar ainda maior, um parto imaculado purgado dos cavalos selvagens e das sementes de espurio que tomaram conta da mente humana e das decisões civilizacionais: a humanização... é a chave para a salvação definitiva.

Se não formos capazes de aceitar tal designio então a overdose do nada levar-no-á irrevogavelmente ao retrocesso espiritual, ás bocas da origem, aos confins da satania e então, parafraseando alguém que muito estimo, mais valia a pena tornarmo-nos Buzios.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

DO PASQUIM PARA A LIBERDADE

COMO CIDADÃO MULTIPLICO-ME A DIZER QUE TOU FARTO DE VER TODOS OS DIAS À MESMA HORA AS MESMAS PESSOAS A FALAR SOBRE OS MESMOS ASSUNTOS...
CONSIDERO QUE EM PORTUGAL NÃO HÁ O DIREITO AO CONTRADITÓRIO...
O BILDERBERG MANIETOU PORTUGAL EM CORPO E ALMA...

RESTAM PEQUENAS FAULHAS REBELDES...

POR ACREDITAR QUE AINDA PODE HAVER LIBERDADE EM PORTUGAL E ATÉ POVA EM CONTRÁRIO ANUNCIO AQUI E DAQUI UM NOVO SEMANÁRIO: O JORNAL PRIVADO







Jornal PRIVADO, Informação Pública
Porque o JORNALISMO não é o mesmo que vender lentilhas. Porque um JORNAL deve ser a última trincheira da liberdade. E porque os JORNALISTAS não são moços de recados.
PRIVADO - Um jornal feito por pessoas!

Director: José Leite
Coordenador Editorial: António Manuel Pinho
Edição: Página Inteira

Redacção e colaboradores: Alexandrina Duarte, António Balbino Caldeira, António Manuel Pinho, António Pedro Dores, António Serzedelo, Carla Campanela, Carlos Reis, Eduardo Vinagre, Emília Groza, Gobern Lopes, Helder Loureiro, Isabel Guerreiro, Jorge Dias, José Leite, Lauro António, Lígia Correia, Luís Rocha, Manuel Monteiro, Marinho Neves, Otelo Saraiva de Carvalho, Paula Paz, Paulo Pizarro, Pedro Cardoso, Pedro Leitão, Silvestre Fonseca, Zeferino Boal

Fotografia: MEF
Produção Gráfica: RBL
Publicidade: Página Inteira


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