segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
HORA DO ACERTO
Concidadãos aproxima-se a passos largos a hora da prestação de contas.
A hora do acerto.
E porque é tempo de acabar com a ideologia mercantilista içada numa lógica de casino, e ainda porque é tempo de acabar com a gula bancária a minha consciência cumpre assumir o "BASTA"
Basta de políticos e políticas feudalizadas ao grupo fascista de Bilderberg;
Basta de hipocrisia eleitoral e leitoralista;
Basta de miséria;
Basta de fome;
Basta de arrogãncia e de complacência...
Exigimos um Govero Patriota, Humanista, Honesto, Coerente e Livre.
Rejeitamos a Europa Federalista, a Iluminada Constituição Europeia que NINGUÉM conhece, o Euro (A MAIOR FRAUDE DE QUE PORTUGAL FOI VTIMA), a Euribor, o Déficit e demais Demandas do Além...
Desejamos Liberdade, Humanismo, Saber, Sustento e Educação, o resto virá por deslumbramento
domingo, 28 de dezembro de 2008
ACASO, DESTINO OU COINCIDÊNCIA
Concidadãos.
Fiquei deveras surpreendido quando hoje visitei, coisa que faço diariamente, o blogue do Dr. José Maria Martins.
O Dr. JMMartins que todos conhecem é um ilustre advogado, conhecido por defender um dos arguidos do mega-processo de Pedofilia em Portugal, com o nickname de "Processo Casa Pia".
Há já algum tempo que o desafiei a postar sobre o Clube de Bilderberg, pois é BOM que os portugueses em geral saibam o que é o dito clube e que fins patrocina.
Trata-se duma seita poderosa, constituída por homens influentes, políticos e da alta finança, cuja agenda é decidir os destinos do Mundo.
Há quem diga, e já estive mais longe de acreditar do que estou hoje, que o 25 de Abril foi decidido numa reunião do bilderberg em Paris, concretamente em maior de 1973: UM ANO ANTES, PORTANTO.
Finalmente o dia chegou e o Dr. martins decidiu abrir a boca sobre o Tema que TANTO DEVERIA INTERESSAR A TODOS OS PORTUGUESES QUE NÃO ACEITAM OU RESISTEM A CONVIVER COM A MENTIRA E COM A FALSIDADE.
Alvíssaras Dr, muitíssimo obrigado.
Porém, e como toda a medalha tem um reverso, foi-me impossível comentar o post no blogue do Dr Martins: problema informático circunstancial? Acaso, Destino ou Coincidência?
Na verdade pouco importa o meu comentário perante o que a postagem REGISTA.
Fiquei deveras surpreendido quando hoje visitei, coisa que faço diariamente, o blogue do Dr. José Maria Martins.
O Dr. JMMartins que todos conhecem é um ilustre advogado, conhecido por defender um dos arguidos do mega-processo de Pedofilia em Portugal, com o nickname de "Processo Casa Pia".
Há já algum tempo que o desafiei a postar sobre o Clube de Bilderberg, pois é BOM que os portugueses em geral saibam o que é o dito clube e que fins patrocina.
Trata-se duma seita poderosa, constituída por homens influentes, políticos e da alta finança, cuja agenda é decidir os destinos do Mundo.
Há quem diga, e já estive mais longe de acreditar do que estou hoje, que o 25 de Abril foi decidido numa reunião do bilderberg em Paris, concretamente em maior de 1973: UM ANO ANTES, PORTANTO.
Finalmente o dia chegou e o Dr. martins decidiu abrir a boca sobre o Tema que TANTO DEVERIA INTERESSAR A TODOS OS PORTUGUESES QUE NÃO ACEITAM OU RESISTEM A CONVIVER COM A MENTIRA E COM A FALSIDADE.
Alvíssaras Dr, muitíssimo obrigado.
Porém, e como toda a medalha tem um reverso, foi-me impossível comentar o post no blogue do Dr Martins: problema informático circunstancial? Acaso, Destino ou Coincidência?
Na verdade pouco importa o meu comentário perante o que a postagem REGISTA.
POLIGRAFOLÍTICO
Está aí o sonho de muitos cidadãos e o pesadelo de muitos políticos: uma fórmula que permite detectar as suas mentiras.
David Skillicorn, um matemático e informático da Universidade de Queen's, em Kingston, no Canadá, desenvolveu um algoritmo que avalia quando, num discurso, alguém afirma coisas que nem o próprio acredita serem verdadeiras.
O seu trabalho permite calcular, através do uso da primeira pessoa do singular e do plural, dos verbos utilizados, da expressão facial, entre outros factores, o «spin», ou seja, o grau de «desvio» da verdade.
ESTE ASSUNTO TOMA ACTUALIDADE E VEM A PROPÓSITO PORQUE AINDA HÁ POUCAS "HORAS" OUVIMOS O NOSSO PRIMEIRO-MINISTRO MENTIR DESCARADAMENTE, SEM PINGO DE VERGONHA, DE MODO E FORMA PATOLÓGICA, DEMONSTRANDO UM DESVIO MENTAL GRAVE (INCAPACIDADE PARA O EXERCÍCIO DO CARGO) E UMA TENDENCIA FÓBICA PARA MALTRATAR AQUELES A QUEM POR LEI E ÉTICA DEVE RESPEITO: OS PORTUGUESES.
É INACEITÁVEL QUE O DITO CUJO TENHA DITO QUE É POR ACÇÃO DA SUA DINÂMICA POLÍTICA QUE AS TAXAS DE JURO DOS EMPRÉSTIMOS COM A HABITAÇÃO BAIXARAM.
DAS DUAS UMA: OU MENTE OU É COBARDE.
1 - ASSIM OU MENTE (por tal não ser verdade, pois as taxas de juro denominadas por Euribor resultam da actividade bancária dos 50 bancos europeus tidos por referenciais)
2 - OU É COBARDE (porque quando as mesmas infectiam no sentido ascendente escudou-se nos "outros" para não agir e deste modo recusar aliviar a asfixia que os portugueses sentiram e ainda sentem).
DAS DUAS O DIABO QUE ESCOLHA, PELA MINHA PARTE JÁ FIZ A MINHA ESCOLHA, QUANTO AO RESTO CABE AOS PORTUGUESES, A CADA UM, FAZER A SUA ESCOLHA.
Este episódio retrata o cúmulo do inadmissível...!
E digo-o sem medo da palavra porque o pretérito de maus tratos que padeci por defender a Verdade obrigam-me e autorizam-me a bradar com toda a força contra a Mentira, venha esta de onde vier.
Bom ano a TODOS, incluindo aos libelofóbicos.
David Skillicorn, um matemático e informático da Universidade de Queen's, em Kingston, no Canadá, desenvolveu um algoritmo que avalia quando, num discurso, alguém afirma coisas que nem o próprio acredita serem verdadeiras.
O seu trabalho permite calcular, através do uso da primeira pessoa do singular e do plural, dos verbos utilizados, da expressão facial, entre outros factores, o «spin», ou seja, o grau de «desvio» da verdade.
ESTE ASSUNTO TOMA ACTUALIDADE E VEM A PROPÓSITO PORQUE AINDA HÁ POUCAS "HORAS" OUVIMOS O NOSSO PRIMEIRO-MINISTRO MENTIR DESCARADAMENTE, SEM PINGO DE VERGONHA, DE MODO E FORMA PATOLÓGICA, DEMONSTRANDO UM DESVIO MENTAL GRAVE (INCAPACIDADE PARA O EXERCÍCIO DO CARGO) E UMA TENDENCIA FÓBICA PARA MALTRATAR AQUELES A QUEM POR LEI E ÉTICA DEVE RESPEITO: OS PORTUGUESES.
É INACEITÁVEL QUE O DITO CUJO TENHA DITO QUE É POR ACÇÃO DA SUA DINÂMICA POLÍTICA QUE AS TAXAS DE JURO DOS EMPRÉSTIMOS COM A HABITAÇÃO BAIXARAM.
DAS DUAS UMA: OU MENTE OU É COBARDE.
1 - ASSIM OU MENTE (por tal não ser verdade, pois as taxas de juro denominadas por Euribor resultam da actividade bancária dos 50 bancos europeus tidos por referenciais)
2 - OU É COBARDE (porque quando as mesmas infectiam no sentido ascendente escudou-se nos "outros" para não agir e deste modo recusar aliviar a asfixia que os portugueses sentiram e ainda sentem).
DAS DUAS O DIABO QUE ESCOLHA, PELA MINHA PARTE JÁ FIZ A MINHA ESCOLHA, QUANTO AO RESTO CABE AOS PORTUGUESES, A CADA UM, FAZER A SUA ESCOLHA.
Este episódio retrata o cúmulo do inadmissível...!
E digo-o sem medo da palavra porque o pretérito de maus tratos que padeci por defender a Verdade obrigam-me e autorizam-me a bradar com toda a força contra a Mentira, venha esta de onde vier.
Bom ano a TODOS, incluindo aos libelofóbicos.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
PERSONAGEM DO ANO
Nesta época do ano é um "business ususal" escolher a personagem do ano.
Para este panegírico, normalmente é tido em conta o relevo que esta ou aquela figura teve ou mereceu, fez, disse ou patrocinou.
Apetece-me ser um tudo nada desviante e até um pouco "profiler", daí a minha escolha.
Escolho para a minha personagem do ano, aquela pessoa que mais vezes penetrou no coração dos portugueses. A pessoa por quem todos choramos e nada sabemos. A pessoa que todos conhecem sem nunca a ter visto em carne e osso. Enfim a pessoa que não se sabendo onde está, está no coração de todos e cada um dos portugueses: a "saudosa" Madeleine MacCann.
Para este panegírico, normalmente é tido em conta o relevo que esta ou aquela figura teve ou mereceu, fez, disse ou patrocinou.
Apetece-me ser um tudo nada desviante e até um pouco "profiler", daí a minha escolha.
Escolho para a minha personagem do ano, aquela pessoa que mais vezes penetrou no coração dos portugueses. A pessoa por quem todos choramos e nada sabemos. A pessoa que todos conhecem sem nunca a ter visto em carne e osso. Enfim a pessoa que não se sabendo onde está, está no coração de todos e cada um dos portugueses: a "saudosa" Madeleine MacCann.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
FESTA, FAMÍLIA E ... SANGUE
Concidadãos
Aproximamo-nos do período de Natal e da Passagem do ano, alturas tradicionalmente tão festivas quanto condolentes.
Nestas alturas as forças de segurança esmeram-se em operações de fiscalização visando atenuar a "Guerra Civil no Alcatrão".
E, se quisermos ser precisos na análise há que convir que o termo "guerra civil" se ajusta na perfeição à dramática realidade de morte, dor, sangue e luto que ano após ano ocorre nas estradas, nesta época em especial.
O convite é claro e repetido: CONDUZIR SEGURO - SEM PRESSA, SEM ALCOOL E SEM ABUSOS.
A TODOS OS PORTUGUESES O ARGUIDO CASTRENSE DESEJA UM NATAL FELIZ E UM 2009 CHEIO DE ALEGRIAS.
Nota de rodapé:
Segundo relatório do Ministério da Administração Interna morreram nas estradas portuguesas no período de 13 anos (entre os anos de 1975 e 1987) 28.610 compatriotas. O numero é assustador se comparado com o numero de mortos em combate, na guerra colonial, ocorrido em igual período (13 anos, de 1961-1974): 8.290 compatriotas.
Aproximamo-nos do período de Natal e da Passagem do ano, alturas tradicionalmente tão festivas quanto condolentes.
Nestas alturas as forças de segurança esmeram-se em operações de fiscalização visando atenuar a "Guerra Civil no Alcatrão".
E, se quisermos ser precisos na análise há que convir que o termo "guerra civil" se ajusta na perfeição à dramática realidade de morte, dor, sangue e luto que ano após ano ocorre nas estradas, nesta época em especial.
O convite é claro e repetido: CONDUZIR SEGURO - SEM PRESSA, SEM ALCOOL E SEM ABUSOS.
A TODOS OS PORTUGUESES O ARGUIDO CASTRENSE DESEJA UM NATAL FELIZ E UM 2009 CHEIO DE ALEGRIAS.
Nota de rodapé:
Segundo relatório do Ministério da Administração Interna morreram nas estradas portuguesas no período de 13 anos (entre os anos de 1975 e 1987) 28.610 compatriotas. O numero é assustador se comparado com o numero de mortos em combate, na guerra colonial, ocorrido em igual período (13 anos, de 1961-1974): 8.290 compatriotas.
domingo, 21 de dezembro de 2008
SINGELA EFEMÉRIDE
DEDICO ESTE VIDEO - QUE OS ESPECIALISTAS E ANALISTAS MUNDIAIS ELEGERAM COMO SENDO A MELHOR MÚSICA ROCK JAMAIS FEITA - A TODOS OS PATRIOTAS E, DE ENTRE ESTES, A TODOS OS QUE PARTICIPARAM NA "GUERRA COLONIAL", E ESPECIFICAMENTE AOS QUE TOMBARAM EM COMBATE.
PARA ESTES QUE DEUS RESERVE UM LUGAR CELESTIAL, PARA OS RESTANTES UM NATAL FELIZ E UM 2009 MELHOR QUE O 2008.
Com vénia
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
DO MURO DE BETÃO À DISSOLUÇÃO
A temporada natalícia está prenhe de surpresas!
Manuel Alegre desmistifica as "virtudes" do sufrágio, anotando entre outras coisas o "afunilamento" dos aparelhos, o seguidismo institucional, ruas com mais votantes que moradores, enfim o chamado Muro de Betão intransponível.
Agora digam-me se o MA, que como sabemos é um Delfim do regime tem razões de queixa, imagine-se o Cidadão Anónimo!
Aquele a quem, demagógicamente, dizem mentindo que é o Soberano.
Ainda mal refeitos da estirada alegrina, surge a declaração bombástica do General Eanes.
"O Presidente da República deveria ponderar a dissolução do parlamento", diz aquele militar de carácter, concordo mas - infelizmente - por outras razões: exige-se a dssolução por não termos políticos com imaginação para irradicar a pobreza, exige-se a dissolução por não termos políticos capazes de garantir saúde e justiça iguais para todos, exige-se a dissolução do parlamento por não sermos capazes de operacionalizar o Ministério Público, exige-se a dissolução do parlamento por falta de política para o emprego, exige-se a dissolução do parlamento por inépcia na acção fiscalizadora dos actos do Governo, exige-se a dissolução do parlamento por deixar que existam milhares de crianças que não acedem a um yogurte diário, passam frio, têm fome, e, percorrem a pé vastos quilómetros para aceder á escola, exige-se a dissolução do parlamento por muitas outras razões, mas por essa (o umbigo preidencial) não SENHOR GENERAL POR QUEM TENHO INESTIMÁVEL E INESGOTÁVEL ESTIMA E CONSIDERAÇÃO.
Manuel Alegre desmistifica as "virtudes" do sufrágio, anotando entre outras coisas o "afunilamento" dos aparelhos, o seguidismo institucional, ruas com mais votantes que moradores, enfim o chamado Muro de Betão intransponível.
Agora digam-me se o MA, que como sabemos é um Delfim do regime tem razões de queixa, imagine-se o Cidadão Anónimo!
Aquele a quem, demagógicamente, dizem mentindo que é o Soberano.
Ainda mal refeitos da estirada alegrina, surge a declaração bombástica do General Eanes.
"O Presidente da República deveria ponderar a dissolução do parlamento", diz aquele militar de carácter, concordo mas - infelizmente - por outras razões: exige-se a dssolução por não termos políticos com imaginação para irradicar a pobreza, exige-se a dissolução por não termos políticos capazes de garantir saúde e justiça iguais para todos, exige-se a dissolução do parlamento por não sermos capazes de operacionalizar o Ministério Público, exige-se a dissolução do parlamento por falta de política para o emprego, exige-se a dissolução do parlamento por inépcia na acção fiscalizadora dos actos do Governo, exige-se a dissolução do parlamento por deixar que existam milhares de crianças que não acedem a um yogurte diário, passam frio, têm fome, e, percorrem a pé vastos quilómetros para aceder á escola, exige-se a dissolução do parlamento por muitas outras razões, mas por essa (o umbigo preidencial) não SENHOR GENERAL POR QUEM TENHO INESTIMÁVEL E INESGOTÁVEL ESTIMA E CONSIDERAÇÃO.
A TALHE DE FOICE
Este pequeno excerto da entrevista do Dr. Mário Soares é assustador:
"... Portugal também não deve ficar indiferente. Com as desigualdades sociais sempre a crescer, o aumento do desemprego que previsivelmente vai subir imenso, em 2009, a impunidade dos banqueiros delinquentes, o bloqueio na Justiça, e em especial, do Ministério Público e das polícias, estão a criar um clima de desconfiança - e de revolta - que não augura nada de bom. Oiçam-se as pessoas na rua, tome-se o pulso do que se passa nas universidades, nos bairros populares, nos transportes públicos, no pequeno comércio, nas fábricas e empresas que ameaçam falir, por toda a parte do País, e compreender-se-á que estamos perante um ingrediente que tem demasiadas componentes prestes a explodir. Acrescenta-se o radicalismo das oposições, à esquerda e à direita, que apostam na política do "quanto pior melhor". Perigosíssima, quando não se apresentam alternativas credíveis..."
Ai Portugal Portugal, como um velho indefeso postas-te perdido e abandonado pelos oportunistas que mais não são do que as sobras do remoto Abril e que por aí pululam gerando devastação à sua passagem.
A Talhe de foice direi que quando a premonição do Dr. Soares se concretizar em Portugal - E COMO ELE BEM DIZ JÁ CÁ ESTÁ, FALTA APENAS EXPLODIR - iremos ver o Actual Poder, que tanto tem maltratado as Forças Armadas, a Polícia e a Guarda Nacional, e outros sectores em geral, a socorrer-se deles para expulsar os que irão ser tidos por "Delinquentes, Recalcitrantes e Malfeitores" e mais não são do que os Espoliados pelo regime da ética marcantilista, da lógica do Vale Tudo...
"... Portugal também não deve ficar indiferente. Com as desigualdades sociais sempre a crescer, o aumento do desemprego que previsivelmente vai subir imenso, em 2009, a impunidade dos banqueiros delinquentes, o bloqueio na Justiça, e em especial, do Ministério Público e das polícias, estão a criar um clima de desconfiança - e de revolta - que não augura nada de bom. Oiçam-se as pessoas na rua, tome-se o pulso do que se passa nas universidades, nos bairros populares, nos transportes públicos, no pequeno comércio, nas fábricas e empresas que ameaçam falir, por toda a parte do País, e compreender-se-á que estamos perante um ingrediente que tem demasiadas componentes prestes a explodir. Acrescenta-se o radicalismo das oposições, à esquerda e à direita, que apostam na política do "quanto pior melhor". Perigosíssima, quando não se apresentam alternativas credíveis..."
Ai Portugal Portugal, como um velho indefeso postas-te perdido e abandonado pelos oportunistas que mais não são do que as sobras do remoto Abril e que por aí pululam gerando devastação à sua passagem.
A Talhe de foice direi que quando a premonição do Dr. Soares se concretizar em Portugal - E COMO ELE BEM DIZ JÁ CÁ ESTÁ, FALTA APENAS EXPLODIR - iremos ver o Actual Poder, que tanto tem maltratado as Forças Armadas, a Polícia e a Guarda Nacional, e outros sectores em geral, a socorrer-se deles para expulsar os que irão ser tidos por "Delinquentes, Recalcitrantes e Malfeitores" e mais não são do que os Espoliados pelo regime da ética marcantilista, da lógica do Vale Tudo...
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
O (sonho) PESADELO AMERICANO

Amigos, concidadãos.
Confesso a minha falta de perspicácia e de atenção e até descuido e por isso começo confessar que só ontem vi o Fime/Documentário “Fanrenhaeit 9/11” de M. Moore.
Devo dizer que fiquei petrificado, fiquei alguns minutos sem palavras…
Julgo que TODOS OS PORTUGUESES deveriam ver este RELATO VERÍDICO da sociedade e da política Americana…
A primeira reacção que tive, em jeito de desabafo, e após ter recuperado a “consciência” foi a seguinte: “MEU DEUS, GRAÇAS A DEUS QUE SOU PORTUGUÊS E VIVO EM PORTUGAL…”.
Amigos, é um dever de cidadania ver este filme, garanto que ficam a gostar melhor do que são e de onde estão, apesar de tudo o resto…
Registo que só depois de o ver é que percebi porque é que na América o filme recebeu o rótulo “FILME PARA ADULTOS”.
Vejam, vejam, vejam… P.F.
Saudação com estima
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
25/4/74 SEMPRE, OU NUNCA!
Há gente viva que ainda se lembra de lembrar o que deve ser lembrado.
Há gente viva que já esqueceu o que nunca deveria ter esquecido.
Há gente que afirma que no meio está a virtude.
Hesito optar por qualquer uma das tendências.
Hoje apetece-me dizer que a virtude está onde existe gente que ousa lutar contra a meledicência do poder instituído.
É pois nesta cartografia de posições que hoje me permito recordar algo que irá ofender algumas mentes e sementes de puritanismo: recordo as Forças Populares 25 de Abril.
As FP-25 sigla que as tornou imortalmente famosas deixaram uma marca indelével na História de Portugal.
Não se pense que com isto faço a apologia do Terror, do Sangue ou da Morte, pelo contrário...
Se cuidar de ler nas entre linhas ver-se-á que hoje, num só ano, um numero infinitamente maior de portugueses CONTINUA a ser vitima de ASSASSINATO.
A diferença é que estes homicidios (genocídios até) são "perdoados" e "legitimados" pela lógica do Poder, e porque decorrem da acção governativa, a cultura da inevitabilidade apodera-se da crítica distanciada abrindo as portas do laxismo, do permissivo, da penitência legalista, da purga sufragista e da insensibilidade ao dolo e a responsabilidade que decorre de um certo quadrante tido por inimputável.
Será que tudo se explica no desencontro de lógicas?
Ou será que o bem e o mal deriva sempre da lógica do Poder, e é este quem define, a cada momento, o que é bom e mau, o que é lindo ou feio, o que é desmesura ou virtude o quem é crápula, patife ou assassino.
Tudo é explicável não sei, mas sanável por certo sim, numa lógica de Poder.
VEJAMOS:
"Quando um reformado entra numa farmácia e só compra um terço da medicação prescrita para resguardo da sua parca saúde, porque a sua reforma não chega para a restante medicação", há sempre gente disponível para "tapar o crime com uma peneira" vomitando argumentos do género "a política de saúde está errada, não leva em conta o problema dos reformados e dos idosos".
"Quando um activista clandestino, depois de uma noite de espera, coloca o engenho mortal no carro do explorador, vigarista e crápula que outra coisa não fez na vida senão explorar os desgraçados", haverá sempre gente disponível para dizer que "o terrorismo tem de ser combatido e irradicado".
Se olharmos com isenção e distanciameto para os dois exemplos escolhidos veremos que a simetria e a diferença traduz apenas e só uma visão parca e inquinada, um olhar parcial.
O que para um caso é contumélia delituosa, para outro (igualmente delituoso) não passa duma apóstema da política...
É pois na clausura deste emplastro de estribos (imorais) e nesta dialéctica de imparcialidade (e especialmente de desumanidade) que somos forçados a viver e convidados a participar neste bizarro jogo de crueldade quando de quatro em quatro anos nos pedem para ...
COM A MORTE DAS FP-25 MORREU A VERDADEIRA OPOSIÇÃO AO DESPOTISMO DO PODER, DIGO EU...
Há gente viva que já esqueceu o que nunca deveria ter esquecido.
Há gente que afirma que no meio está a virtude.
Hesito optar por qualquer uma das tendências.
Hoje apetece-me dizer que a virtude está onde existe gente que ousa lutar contra a meledicência do poder instituído.
É pois nesta cartografia de posições que hoje me permito recordar algo que irá ofender algumas mentes e sementes de puritanismo: recordo as Forças Populares 25 de Abril.
As FP-25 sigla que as tornou imortalmente famosas deixaram uma marca indelével na História de Portugal.
Não se pense que com isto faço a apologia do Terror, do Sangue ou da Morte, pelo contrário...
Se cuidar de ler nas entre linhas ver-se-á que hoje, num só ano, um numero infinitamente maior de portugueses CONTINUA a ser vitima de ASSASSINATO.
A diferença é que estes homicidios (genocídios até) são "perdoados" e "legitimados" pela lógica do Poder, e porque decorrem da acção governativa, a cultura da inevitabilidade apodera-se da crítica distanciada abrindo as portas do laxismo, do permissivo, da penitência legalista, da purga sufragista e da insensibilidade ao dolo e a responsabilidade que decorre de um certo quadrante tido por inimputável.
Será que tudo se explica no desencontro de lógicas?
Ou será que o bem e o mal deriva sempre da lógica do Poder, e é este quem define, a cada momento, o que é bom e mau, o que é lindo ou feio, o que é desmesura ou virtude o quem é crápula, patife ou assassino.
Tudo é explicável não sei, mas sanável por certo sim, numa lógica de Poder.
VEJAMOS:
"Quando um reformado entra numa farmácia e só compra um terço da medicação prescrita para resguardo da sua parca saúde, porque a sua reforma não chega para a restante medicação", há sempre gente disponível para "tapar o crime com uma peneira" vomitando argumentos do género "a política de saúde está errada, não leva em conta o problema dos reformados e dos idosos".
"Quando um activista clandestino, depois de uma noite de espera, coloca o engenho mortal no carro do explorador, vigarista e crápula que outra coisa não fez na vida senão explorar os desgraçados", haverá sempre gente disponível para dizer que "o terrorismo tem de ser combatido e irradicado".
Se olharmos com isenção e distanciameto para os dois exemplos escolhidos veremos que a simetria e a diferença traduz apenas e só uma visão parca e inquinada, um olhar parcial.
O que para um caso é contumélia delituosa, para outro (igualmente delituoso) não passa duma apóstema da política...
É pois na clausura deste emplastro de estribos (imorais) e nesta dialéctica de imparcialidade (e especialmente de desumanidade) que somos forçados a viver e convidados a participar neste bizarro jogo de crueldade quando de quatro em quatro anos nos pedem para ...
COM A MORTE DAS FP-25 MORREU A VERDADEIRA OPOSIÇÃO AO DESPOTISMO DO PODER, DIGO EU...
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
AINDA A AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES
EIS UMA ANALOGIA INTERESSANTE, FEITA POR UMA ADVOGADA, E ESPECIALMENTE DEDICADA A TODOS OS DEFENSORES DO ACTUAL SISTEMA DE AVALIAÇÃO ALTÍSSIMAMENTE CONTESTADO PELOS PROFESSORES.
"Já que muitos jornalistas e comentadores defendem e compreendem o modelo proposto para a avaliação dos docentes, estranho que, por analogia, não o apliquem a outras profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc.).
Se é suposto compreenderem o que está em causa e as virtualidades deste modelo, vamos imaginar a sua aplicação a uma outra profissão, os médicos.
A carreira seria dividida em duas:
Médico titular (a que apenas um terço dos profissionais poderia aspirar) e Médico.
A avaliação seria feita pelos pares e pelo director de serviços. Assim, o médico titular teria de assistir a três sessões de consultas, por ano, dos seus subordinados, verificar o diagnóstico, tratamento e prescrição de todos os pacientes observados. Avaliaria também um portefólio com o registo de todos os doentes a cargo do médico a avaliar, com todos os planos de acção, tratamentos e respectiv a análise relativa aos pacientes.
O médico teria de estabelecer, anualmente os seus objectivos: doentes a tratar, a curar, etc.
A morte de qualquer paciente, ainda que por razões alheias à acção médica, seria penalizadora para o clínico, bem como todos os casos de insucesso na cura, ainda que grande parte dos doentes sofresse de doença incurável, ou terminal. Seriam avaliados da mesma forma todos os clínicos, quer a sua especialidade fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética...
Poder-se-ia estabelecer a analogia completa, mas penso que os nossos 'especialistas' na área da educação não terão dificuldade em levar o exercício até ao fim.
A questão é saber se consideram aceitável o modelo?
Caso a resposta seja afirmativa, então porque não aplicar o mesmo, tão virtuoso, a todas as profissões?..."
"Já que muitos jornalistas e comentadores defendem e compreendem o modelo proposto para a avaliação dos docentes, estranho que, por analogia, não o apliquem a outras profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc.).
Se é suposto compreenderem o que está em causa e as virtualidades deste modelo, vamos imaginar a sua aplicação a uma outra profissão, os médicos.
A carreira seria dividida em duas:
Médico titular (a que apenas um terço dos profissionais poderia aspirar) e Médico.
A avaliação seria feita pelos pares e pelo director de serviços. Assim, o médico titular teria de assistir a três sessões de consultas, por ano, dos seus subordinados, verificar o diagnóstico, tratamento e prescrição de todos os pacientes observados. Avaliaria também um portefólio com o registo de todos os doentes a cargo do médico a avaliar, com todos os planos de acção, tratamentos e respectiv a análise relativa aos pacientes.
O médico teria de estabelecer, anualmente os seus objectivos: doentes a tratar, a curar, etc.
A morte de qualquer paciente, ainda que por razões alheias à acção médica, seria penalizadora para o clínico, bem como todos os casos de insucesso na cura, ainda que grande parte dos doentes sofresse de doença incurável, ou terminal. Seriam avaliados da mesma forma todos os clínicos, quer a sua especialidade fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética...
Poder-se-ia estabelecer a analogia completa, mas penso que os nossos 'especialistas' na área da educação não terão dificuldade em levar o exercício até ao fim.
A questão é saber se consideram aceitável o modelo?
Caso a resposta seja afirmativa, então porque não aplicar o mesmo, tão virtuoso, a todas as profissões?..."
UM NATAL MAIS ACONCHEGADO!
A crer nas notícias de hoje, a banca lucrou (roubou) 1.000 milhões de euros, só no primeiro semestre...
A ser verdade exige-se que o Governo decrete a divisão desses milhões todos pelo numero de famílias na miséria (segundo mesmas fontes são cerca de 2.000.000), o que resulta 500 euros por família E...UM BOM NATAL.
A ser verdade exige-se que o Governo decrete a divisão desses milhões todos pelo numero de famílias na miséria (segundo mesmas fontes são cerca de 2.000.000), o que resulta 500 euros por família E...UM BOM NATAL.
CURIOSIDADES MUITO CURIOSAS
RECEBI UM MAIL DE UM AMIGO E DADA A CURIOSIDADE NÃO RESISTI Á TENTAÇÃO DE POSTAR
"Amigos
Foi há 206 anos, em 1802,sem computadores, estatísticas, análises de mercado ...
Abraço
JB
'I believe that banking institutions are more dangerous to our liberties than standing armies. If the American people ever allow private banks to control the issue of their currency, first by inflation, then by deflation, the banks and corporations that will grow up around the banks will deprive the people of all property until their children wake-up homeless on the continent their fathers conquered.'
Thomas Jefferson, 1802
Traduzindo:
«Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos.
Se o povo Americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem abrigo no continente que os seus pais conquistaram.»
Thomas Jefferson, 1802"
Muito curioso, não é?!
"Amigos
Foi há 206 anos, em 1802,sem computadores, estatísticas, análises de mercado ...
Abraço
JB
'I believe that banking institutions are more dangerous to our liberties than standing armies. If the American people ever allow private banks to control the issue of their currency, first by inflation, then by deflation, the banks and corporations that will grow up around the banks will deprive the people of all property until their children wake-up homeless on the continent their fathers conquered.'
Thomas Jefferson, 1802
Traduzindo:
«Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos.
Se o povo Americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem abrigo no continente que os seus pais conquistaram.»
Thomas Jefferson, 1802"
Muito curioso, não é?!
ISTO É QUE É UMA TROPA!
Eis uma reflexão (pro)funda e (im)parcial de um dos "dignitários" do actual regime: EMÍDIO RANGEL, publicada num diário nacional: o Correio da Manha, em 06/12/2008
“Passa a ser grave quando às palavras de ordem sindicais se junta a ameaça das armas”.
O termo tropa tem um sentido pejorativo. As recentes peripécias à volta dos assuntos dos militares fizeram-me voltar a ele. Uma pequena declaração de interesses: sou coronel na reserva, fora de serviço, pertenci à primeira comissão dos capitães da Guiné, fui autor, com outros dois camaradas, da primeira carta enviada pelos capitães às autoridades de então a contestar uns decretos que tinham sido publicados sobre carreiras e que veio a desembocar no 25 de Abril. Só me represento a mim mesmo. Dito isto, aqui vai o que penso sobre a agitação entre os militares das associações sócio--profissionais: são reivindicações do dia-a-dia.
Tanto quanto percebi: promoções, salários, demora no pagamento dos recibos das consultas médicas, de óculos, próteses dentárias, exames e análises. Nada que não afecte outros cidadãos desarmados e à civil. Fala-se de equiparação a distintos corpos do funcionalismo do Estado: juízes, professores, médicos que, à custa de métodos que oscilam entre a chantagem e a cumplicidade, conseguiram do antecedente abocanhar melhores e maiores fatias do orçamento. Os militares pensam que chegou a sua vez de serem iguais a eles e de utilizarem as mesmas tácticas.
A questão é lamentável apenas quando os reivindicantes metem a dignidade na folha do deve e do haver. Passa a ser grave quando às palavras de ordem sindicais se junta a ameaça das armas e, pior ainda, nas mãos de elementos destrambelhados, fora do controlo, como fez, num momento infeliz, o general Loureiro dos Santos – cujas palavras são, no entanto, mais reveladoras de uma cultura do que de uma ameaça. Elas revelam quanto a cultura da culpa da sociedade e da desculpa dos prevaricadores penetrou fundo na ideologia dos nossos intelectuais, a ponto de um respeitado chefe militar a incorporar no pensamento.
Quando as atitudes de militares, vindos com armas na mão reivindicar os seus justos direitos, forem justificadas com o destrambelhamento causado pela invocação (exagerada) da fome das suas famílias, da falta de remédios para os seus doentes, pela vergonha da não promoção, estaremos todos à mercê duma tropa, como já estamos à dos assaltantes dos bancos e das ourivesarias, dos agressores de professores e juízes. Eles estão desculpados, mas nós, os cidadãos em geral, e a Democracia, estaremos em perigo. O pior, e para mim inaceitável, é a abusiva invocação do 25 de Abril neste processo, elevando reivindicações de secretaria e ameaças de recreio de escola à mesma categoria da acção que derrubou uma ditadura com quase meio século de iniquidades.
Emídio Rangel
HÁ AQUI MATÉRIA QUE MERECE SER COMENTADA...
O INSÍGNE EMÍDIO RANGEL TEM UMA VISÃO MANIQUEÍSTA ACERCA DA CONTESTAÇÃO MILITAR: se for por si assumida é boa, senão é má, injusta, ilegal e ilegítima...
“Passa a ser grave quando às palavras de ordem sindicais se junta a ameaça das armas”.
O termo tropa tem um sentido pejorativo. As recentes peripécias à volta dos assuntos dos militares fizeram-me voltar a ele. Uma pequena declaração de interesses: sou coronel na reserva, fora de serviço, pertenci à primeira comissão dos capitães da Guiné, fui autor, com outros dois camaradas, da primeira carta enviada pelos capitães às autoridades de então a contestar uns decretos que tinham sido publicados sobre carreiras e que veio a desembocar no 25 de Abril. Só me represento a mim mesmo. Dito isto, aqui vai o que penso sobre a agitação entre os militares das associações sócio--profissionais: são reivindicações do dia-a-dia.
Tanto quanto percebi: promoções, salários, demora no pagamento dos recibos das consultas médicas, de óculos, próteses dentárias, exames e análises. Nada que não afecte outros cidadãos desarmados e à civil. Fala-se de equiparação a distintos corpos do funcionalismo do Estado: juízes, professores, médicos que, à custa de métodos que oscilam entre a chantagem e a cumplicidade, conseguiram do antecedente abocanhar melhores e maiores fatias do orçamento. Os militares pensam que chegou a sua vez de serem iguais a eles e de utilizarem as mesmas tácticas.
A questão é lamentável apenas quando os reivindicantes metem a dignidade na folha do deve e do haver. Passa a ser grave quando às palavras de ordem sindicais se junta a ameaça das armas e, pior ainda, nas mãos de elementos destrambelhados, fora do controlo, como fez, num momento infeliz, o general Loureiro dos Santos – cujas palavras são, no entanto, mais reveladoras de uma cultura do que de uma ameaça. Elas revelam quanto a cultura da culpa da sociedade e da desculpa dos prevaricadores penetrou fundo na ideologia dos nossos intelectuais, a ponto de um respeitado chefe militar a incorporar no pensamento.
Quando as atitudes de militares, vindos com armas na mão reivindicar os seus justos direitos, forem justificadas com o destrambelhamento causado pela invocação (exagerada) da fome das suas famílias, da falta de remédios para os seus doentes, pela vergonha da não promoção, estaremos todos à mercê duma tropa, como já estamos à dos assaltantes dos bancos e das ourivesarias, dos agressores de professores e juízes. Eles estão desculpados, mas nós, os cidadãos em geral, e a Democracia, estaremos em perigo. O pior, e para mim inaceitável, é a abusiva invocação do 25 de Abril neste processo, elevando reivindicações de secretaria e ameaças de recreio de escola à mesma categoria da acção que derrubou uma ditadura com quase meio século de iniquidades.
Emídio Rangel
HÁ AQUI MATÉRIA QUE MERECE SER COMENTADA...
O INSÍGNE EMÍDIO RANGEL TEM UMA VISÃO MANIQUEÍSTA ACERCA DA CONTESTAÇÃO MILITAR: se for por si assumida é boa, senão é má, injusta, ilegal e ilegítima...
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
MATEMÁTICA DA POLÍTICA, OU ARITMÉTICA DOS INTERESSES
Recentemente os Portugueses assistiram ao vivo e a cores a duas cambalhotas políticas: a do Ministro das Finanças e a do Governador do Banco de Portugal.
Com efeito, há duas semanas atrás, ambos os dignitários afirmaram em público e bem audível que o Banco Privado Português - na verdade de Banco só tem o cognome -, não sería objecto de atenção especial por parte do Estado pois a sua estratégia não encaixa naquela que urge proteger.
E de facto não encaixa.
Um cidadão comum não pode a ele recorrer.
Não dispõe de balcões acessíveis ao público.
Enfim NÃO É UM BANCO.
E se não é um banco então é o quê?
Bolsa de gestão de fortunas, girândola dos ricos e poderosos e ainda por cima, sabemos hoje, influentes...
Enquanto o jogo deu lucro ficavam com ele e ouso arriscar dizer que FUGIAM ao fisco; agora que a coisa dá para o torto é o Estado, em rigor o Zé Povinho, quem lhes vai salvar as costas...
Julgo que o Povo não quer isto...
Daí que, julgando interpretar o interesse dele, arrisque dizer que QUEREMOS UM ESTADO FORTE, MAS CUMPRIDOR DO INTERESSE NACIONAL E NÃO DUMA COLÓNIA DE INTERESSEIROS.
Somos 8.000.000 milhões de residentes, e apenas 600 ou 700 têm contas colosssais no BPP, então que interesse julga o Governo CUIDAR? O dos 7.999.000 portugueses que nada têm que ver com o BPP e estão-se burrifando para o que lhe possa acontecer, ou o interesse de 600/700 dignitários, ébridos de poder, sismáticos de jogos de azar e da fortuna e que vivem a vida espoliando os desgraçados que não têm sequer direito a uma vida decente.
QUEREMOS UM ESTADO ASSENTE NUMA ARMADURA CONSTITUCIONAL VERDADEIRA, não esta que de constitucional só tem o nome...
QUEREMOS UM ESTADO ACESSÍVEL QUE SEJA CRIADOR E FOMENTADOR DE OPORTUNIDADES IGUAIS, QUE PROTEJA OS DESPROTEGIDOS, ESPECIALMENTE OS IDOSOS, QUE ARME A JUVENTUDE COM SABERES PARA ENFRENTAR OS DASFIOS DO FUTURO...
QUEREMOS UM ESTADO QUE ESTIMULE O PLURALISMO DE OPINIÕES E O DIREITO AO ASSOCIATIVISMO, CIVIL E OU MILITAR, A ÚNICA FORMA DE ULTRAPASSAR OS VELHOS TABUS D FORMALISMO E DA HIERARQUIA FORMAL, CIVIL E MILITAR, CADUCA E SEM ARGUMENTOS PARA OS DESAFIOS DA MODERNIDADE...
QUEREMOS UM ESTADO INDEPENDENTE E AUTÓNOMO, QUE CRIE CONDIÇÕS PARA OS PORTUGUESES SEREM LIVRES E PODEREM HONRAR A HERANÇA DA GESTA DOS SEUS TEMPOS IDOS...
FINALMENTE QUEREMOS UM ESTADO QUE SE DESAMARRE DO BILDERBERG, DA MAÇONARIA E DE OUTRAS CASTAS OLIGÁRQUICAS QUE O CONSTRANGEM E O SUGAM PARA INTERESSES INCONFESSÁVEIS.
Viva Portugal
Com efeito, há duas semanas atrás, ambos os dignitários afirmaram em público e bem audível que o Banco Privado Português - na verdade de Banco só tem o cognome -, não sería objecto de atenção especial por parte do Estado pois a sua estratégia não encaixa naquela que urge proteger.
E de facto não encaixa.
Um cidadão comum não pode a ele recorrer.
Não dispõe de balcões acessíveis ao público.
Enfim NÃO É UM BANCO.
E se não é um banco então é o quê?
Bolsa de gestão de fortunas, girândola dos ricos e poderosos e ainda por cima, sabemos hoje, influentes...
Enquanto o jogo deu lucro ficavam com ele e ouso arriscar dizer que FUGIAM ao fisco; agora que a coisa dá para o torto é o Estado, em rigor o Zé Povinho, quem lhes vai salvar as costas...
Julgo que o Povo não quer isto...
Daí que, julgando interpretar o interesse dele, arrisque dizer que QUEREMOS UM ESTADO FORTE, MAS CUMPRIDOR DO INTERESSE NACIONAL E NÃO DUMA COLÓNIA DE INTERESSEIROS.
Somos 8.000.000 milhões de residentes, e apenas 600 ou 700 têm contas colosssais no BPP, então que interesse julga o Governo CUIDAR? O dos 7.999.000 portugueses que nada têm que ver com o BPP e estão-se burrifando para o que lhe possa acontecer, ou o interesse de 600/700 dignitários, ébridos de poder, sismáticos de jogos de azar e da fortuna e que vivem a vida espoliando os desgraçados que não têm sequer direito a uma vida decente.
QUEREMOS UM ESTADO ASSENTE NUMA ARMADURA CONSTITUCIONAL VERDADEIRA, não esta que de constitucional só tem o nome...
QUEREMOS UM ESTADO ACESSÍVEL QUE SEJA CRIADOR E FOMENTADOR DE OPORTUNIDADES IGUAIS, QUE PROTEJA OS DESPROTEGIDOS, ESPECIALMENTE OS IDOSOS, QUE ARME A JUVENTUDE COM SABERES PARA ENFRENTAR OS DASFIOS DO FUTURO...
QUEREMOS UM ESTADO QUE ESTIMULE O PLURALISMO DE OPINIÕES E O DIREITO AO ASSOCIATIVISMO, CIVIL E OU MILITAR, A ÚNICA FORMA DE ULTRAPASSAR OS VELHOS TABUS D FORMALISMO E DA HIERARQUIA FORMAL, CIVIL E MILITAR, CADUCA E SEM ARGUMENTOS PARA OS DESAFIOS DA MODERNIDADE...
QUEREMOS UM ESTADO INDEPENDENTE E AUTÓNOMO, QUE CRIE CONDIÇÕS PARA OS PORTUGUESES SEREM LIVRES E PODEREM HONRAR A HERANÇA DA GESTA DOS SEUS TEMPOS IDOS...
FINALMENTE QUEREMOS UM ESTADO QUE SE DESAMARRE DO BILDERBERG, DA MAÇONARIA E DE OUTRAS CASTAS OLIGÁRQUICAS QUE O CONSTRANGEM E O SUGAM PARA INTERESSES INCONFESSÁVEIS.
Viva Portugal
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
FACE PROPEDÊUTICA
Ao contrário do que se extrai, à primeira vista, este sítio é também um lugar de reflexão repousada sobre a essência militar em particular e, de uma maneira geral, sobre a fragrancia distintiva do Ser Português.
E ainda que se mantenha (e mantém) fiel ao compromisso inicial: UMA DIGRESSÃO DESINIBIDA SOBRE O AMBIENTE CASTRENSE, suas virtudes e anátemas, não pode deixar tornar-se estanque ou quedar-se insensível ao problema militar como uma realidade sociológica e política necessária, tout curt.
Na actual organização militar, politicamente pensada para servir os Superiores Interesses Nacionais, detecta-se, mais vezes do que sería desejável, desatrosos ERROS DE COMANDO.
Erros estes que, devendo mas não sendo na sua esmagadora maioria evitados, conduzem ao estado geral de frustração e á ansiedade generalizada.
A tropa está desmoralizada.
O Moral está a ZERO.
E como sempre, o generalato, incapaz de admitir a sua própria contribuição para o malogro, agarra-se ao sofisma da representatividade para angariar pretextos e desculpas próprias.
A representatividade funcional dos Chefes Militares não está, não pode estar, NEM NUNCA ESTEVE em causa, registe-se e que fique bem claro.
O que está verdadeiramente em causa é a falta de eficácia organizacional que o modelo e a estratégia de representatividade tem revelado.
Mas o pior de tudo é o distanciamento funcional da realidade que comandam.
É comum e soi dizer-se nos corredores do informalismo que os militares subordinados precisam de ler os jornais para saberem das coisas do seu interesse.
Porque será que isto ocorre?
Falta de comunicação credível, desconfiança ou relacionamento doentio na relação e da dialectica subordinante-subordinado?
Inclino-me para esta ultima, e mesmo não sendo perito em ciência da chefia, afirmo com ciência que de entre as muitas causas que incitam à ansiedade e à lógica do disfuncional surge à cabeça uma tipicamente e tipificadamente diagnosticada: os mais altos escalões sáo protegidos da crítica adversa através da sua "invisibilidade".
Estão tão longe e distantes que se tornam inacessíveis e INVISIVEIS.
E o caricato é que, nos casos escassos, em que se encontram com as tropas que fisicamente comandam os chefes NUNCA têm uma palavra de atenção, estímulo, ou insentivo para com os homens que comandam, e cujo futuro lhes cabe cuidar e tutelar.
Os subordinados sabem o que os generais pensam através das entrevistas, e mesmo nas raras visitas que protagonizam às Unidades, são recebidos com lantejoulas, é-lhes ocultada a realidade local, são afastados daqueles que lhes pderiam dizer algo. Apenas uma Minoria os cumprimenta, mostram-se em silêncio para de seguida regressarem ao casulo do Alto Cargo com o rótulo de "TEREM SIDO VISTOS...!".
A exagerada dependência para a "divinização" faz deles entidades inacessíveis...
E ou a psicologia castrense, a formação para as armas e a cultura militar absorvem rapidamente os princípios democráticos ou a cada dia que passa o fosso, o hiato, entre estas duas realidades ficará cada vez mais intransponível.
Um contributo, de quem em breve espera abandonar as fileiras...
E ainda que se mantenha (e mantém) fiel ao compromisso inicial: UMA DIGRESSÃO DESINIBIDA SOBRE O AMBIENTE CASTRENSE, suas virtudes e anátemas, não pode deixar tornar-se estanque ou quedar-se insensível ao problema militar como uma realidade sociológica e política necessária, tout curt.
Na actual organização militar, politicamente pensada para servir os Superiores Interesses Nacionais, detecta-se, mais vezes do que sería desejável, desatrosos ERROS DE COMANDO.
Erros estes que, devendo mas não sendo na sua esmagadora maioria evitados, conduzem ao estado geral de frustração e á ansiedade generalizada.
A tropa está desmoralizada.
O Moral está a ZERO.
E como sempre, o generalato, incapaz de admitir a sua própria contribuição para o malogro, agarra-se ao sofisma da representatividade para angariar pretextos e desculpas próprias.
A representatividade funcional dos Chefes Militares não está, não pode estar, NEM NUNCA ESTEVE em causa, registe-se e que fique bem claro.
O que está verdadeiramente em causa é a falta de eficácia organizacional que o modelo e a estratégia de representatividade tem revelado.
Mas o pior de tudo é o distanciamento funcional da realidade que comandam.
É comum e soi dizer-se nos corredores do informalismo que os militares subordinados precisam de ler os jornais para saberem das coisas do seu interesse.
Porque será que isto ocorre?
Falta de comunicação credível, desconfiança ou relacionamento doentio na relação e da dialectica subordinante-subordinado?
Inclino-me para esta ultima, e mesmo não sendo perito em ciência da chefia, afirmo com ciência que de entre as muitas causas que incitam à ansiedade e à lógica do disfuncional surge à cabeça uma tipicamente e tipificadamente diagnosticada: os mais altos escalões sáo protegidos da crítica adversa através da sua "invisibilidade".
Estão tão longe e distantes que se tornam inacessíveis e INVISIVEIS.
E o caricato é que, nos casos escassos, em que se encontram com as tropas que fisicamente comandam os chefes NUNCA têm uma palavra de atenção, estímulo, ou insentivo para com os homens que comandam, e cujo futuro lhes cabe cuidar e tutelar.
Os subordinados sabem o que os generais pensam através das entrevistas, e mesmo nas raras visitas que protagonizam às Unidades, são recebidos com lantejoulas, é-lhes ocultada a realidade local, são afastados daqueles que lhes pderiam dizer algo. Apenas uma Minoria os cumprimenta, mostram-se em silêncio para de seguida regressarem ao casulo do Alto Cargo com o rótulo de "TEREM SIDO VISTOS...!".
A exagerada dependência para a "divinização" faz deles entidades inacessíveis...
E ou a psicologia castrense, a formação para as armas e a cultura militar absorvem rapidamente os princípios democráticos ou a cada dia que passa o fosso, o hiato, entre estas duas realidades ficará cada vez mais intransponível.
Um contributo, de quem em breve espera abandonar as fileiras...
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
DEFECÇÃO DOS VALORES, OU...
É com trsiteza que divido convosco este lamento pessoal...
Aquilo que outrora estava empedernido na cultura castrense, o apego aos princípios, a honra, os valores da virtude, e outras "lantejoulas" de casta, passou de moda...
Por crassitude, teimosia, prepotência ou outra razão ainda não diagnosticável os militares do Exército estão sendo INTERNAMENTE tratados com laivos de segregação, desmesura, vocação para a contumélia e outras maledicências indiagnosticadas.
O compromisso com a Coesão, com o Espírito de Corpo e com a Camaradagem faleceu precocemente, vitima de doença incurável...
Parece mentira, mas infelizmente é a verdade nua e crua.
Tenho um amigo que é amigo de um outro amigo que tem amizade próxima com um Major da Escola Prática de Transmissões que lhe confidenciou que aí, referindo-se à dita EPT, os militares em geral, e os Oficiais e Sargentos em especial, que por razões diversas estão aboletados na Unidade são tratados como carne de terceira...
A afronta vai ao ponto de os mutilar de direito ao apoio social e ao bem-estar no período em que estes mais falta lhe fazem...
A lógica do Umbigo, isto é do pensar em Mim depois de em Mim já ter pensado antes, preside à formula de subordinancia.
Casta elitista, mas profundamente mal formada, que se julga herdeira legítima do valoroso Dom Afonso Henriques, ajudada e apoiada por uma Oligarquia de serventuários e lambe botas que lhes presta vénia a toda à hora, ainda que contrariando a letra e o espírito do Dever Militar tal como é e está consagrado permite-se levar o exorcismo narcisista ao ponto de manter os serviços de apoio e bem-estar a 100% enquanto permanecem no Quartel para logo os dispensar mal o abandonam, deixando os subordinados entregues á INDIFERENÇA...
Parece mentira?
Não acreditam?
Pudera, confesso que também não acreditava se não me fosse dito por quem foi...
Aquilo que outrora estava empedernido na cultura castrense, o apego aos princípios, a honra, os valores da virtude, e outras "lantejoulas" de casta, passou de moda...
Por crassitude, teimosia, prepotência ou outra razão ainda não diagnosticável os militares do Exército estão sendo INTERNAMENTE tratados com laivos de segregação, desmesura, vocação para a contumélia e outras maledicências indiagnosticadas.
O compromisso com a Coesão, com o Espírito de Corpo e com a Camaradagem faleceu precocemente, vitima de doença incurável...
Parece mentira, mas infelizmente é a verdade nua e crua.
Tenho um amigo que é amigo de um outro amigo que tem amizade próxima com um Major da Escola Prática de Transmissões que lhe confidenciou que aí, referindo-se à dita EPT, os militares em geral, e os Oficiais e Sargentos em especial, que por razões diversas estão aboletados na Unidade são tratados como carne de terceira...
A afronta vai ao ponto de os mutilar de direito ao apoio social e ao bem-estar no período em que estes mais falta lhe fazem...
A lógica do Umbigo, isto é do pensar em Mim depois de em Mim já ter pensado antes, preside à formula de subordinancia.
Casta elitista, mas profundamente mal formada, que se julga herdeira legítima do valoroso Dom Afonso Henriques, ajudada e apoiada por uma Oligarquia de serventuários e lambe botas que lhes presta vénia a toda à hora, ainda que contrariando a letra e o espírito do Dever Militar tal como é e está consagrado permite-se levar o exorcismo narcisista ao ponto de manter os serviços de apoio e bem-estar a 100% enquanto permanecem no Quartel para logo os dispensar mal o abandonam, deixando os subordinados entregues á INDIFERENÇA...
Parece mentira?
Não acreditam?
Pudera, confesso que também não acreditava se não me fosse dito por quem foi...
1 de Dezembro: virtude ou anátema?
Comemorou-se ontem, cada vez com maior insignificância, o "1 de Dezembro de 1640", o dia em que a esmagadora maioria do território de Portugal cortou, pela derradeira vez, o cordão umbilical com a Espanha.
Bem ou mal a factualidade histórica rejuvenesce de exaltação patriótica com a efeméride e com os protagonistas...
Por culpa do obreiro ou defeito da obra a verdade é que hoje é lícito questionar-se se terá sido bom para Portugal e para os Portugueses?
Sinceramente não sei.
Constata-se que HOJE os portugueses vivem PIOR, muito pior, do que os Espanhóis, e pior do que tudo isso existe uma parcela de TERRITÓRIO PORTUGUÊS e de portugueses) ainda ocupada por Espanha: OLIVENÇA.
E que ao que pareçe não estão dispostos a regressar ao seio Materno, pudera...
Assim a história recomenda uma correcção aos desvios: ou Portugal como um todo aceita espanholar-se, ou Olivença regressa ao seio materno...
Exige-se a verdade e uma resposta clara, de quem, sobre a matéria, tem autoridade e competência para o fazer...
Bem ou mal a factualidade histórica rejuvenesce de exaltação patriótica com a efeméride e com os protagonistas...
Por culpa do obreiro ou defeito da obra a verdade é que hoje é lícito questionar-se se terá sido bom para Portugal e para os Portugueses?
Sinceramente não sei.
Constata-se que HOJE os portugueses vivem PIOR, muito pior, do que os Espanhóis, e pior do que tudo isso existe uma parcela de TERRITÓRIO PORTUGUÊS e de portugueses) ainda ocupada por Espanha: OLIVENÇA.
E que ao que pareçe não estão dispostos a regressar ao seio Materno, pudera...
Assim a história recomenda uma correcção aos desvios: ou Portugal como um todo aceita espanholar-se, ou Olivença regressa ao seio materno...
Exige-se a verdade e uma resposta clara, de quem, sobre a matéria, tem autoridade e competência para o fazer...
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