
A SERAPILHEIRA DE MR. PARCIAL
Certo dia o Arguido apresentou pela “enésima” vez uma QUEIXA da conduta de Mr. Placebo:
“… o Arguido vem apresentar, nos termos legais, queixa da conduta de Mr. Placebo pelos seguintes motivos:
OBSTRUÇÃO à justiça
SONEGAÇÃO do direito à reclamação
DERROGAÇÃO ilegítima duma decisão superior
OMISSÃO do dever de notificação
OCULTAÇÃO de irregularidades com o objectivo de coarctar ao Queixoso (Arguido) direitos legais e interesses legítimos
OCULTAÇÃO de condutas que configuram práticas de infracção disciplinar, em que o próprio (Mr. Parcial) é susceptível de ser suspeito de prática de infracção disciplinar
OCULTAÇÃO (e promoção) de condutas que configuram práticas de ilítico criminal, em que o próprio (Mr. Placebo) é susceptível de ser suspeito de prática de infracção criminal (“deceptor”)”
Dado a gravidade da acusação dita em 7., e por saber que Mr. Parcial tem assessoria para “ver” com mais rigor jurídico o essencial da conduta descrita, o Arguido deixou ao arbítreo da Altíssima Entidade a “promoção ou não” da investigação criminal.
Assim:
“… Dado o supra exposto, requer a V.ª Ex.ª Mr. Parcial a apreciação disciplinar da conduta de mr. Placebo e, apreciação criminal, NO CASO DE VOSSA EXCELÊNCIA JULGAR QUE A CONDUTA DE MR. PARCIAL POSSA SER SUSCEPTÍVEL DE ENQUADRAR O CRIME DE “VIOLAÇÃO DA OBRIGAÇÃO DE SEGREDO”…
(…)
Eis a notável decisão proferida por uma Altíssima Entidade do Invencível Exército Português:
“…queixou-se contra Mr. Placebo alegando, em resumo, que este no exercício das suas funções fez obstrução à justiça e promoção de condutas que configuram práticas de ilícirto criminal. Uma das condutas (ou do queixoso ou do visado) parece integrar eventualmente a previsão do artigo 365.º ou 369.º do Código Penal, para as quais é competente o Exm.º Procurador da República do DIAP do Porto.
Assim remete-se a referida queixa para o DIAP do Porto.
Notifique-se”
(…)
Vejam bem.
O Arguido apresentou 7 (sete) razões para alegar conduta ilícita por parte de Mr. Placebo, das quais 6 (seis) recaiem no Foro Disciplinar e 1 (uma), eu repito apenas uma, recai no Foro Criminal E MESMO ESTA DEIXOU-A AO CRITÉRIO VALORATIVO DE QUEM TEM PODER PARA MELHOR APRECIAR A COISA.
Porém, a espantosa capacidade de “síntese” de Mr. Parcial leva-o a ocultar 6 das razões apresentadas e a pegar na derradeira – cujo carácter é volátil - para, sob o propósito de “inverter” o ónus do ilícito, e como assim abafar o séquito de ilegalidades da responsabilidade de Mr. Placebo.
Tudo no mesmo saco e ponto final parágrafo.
Se o Arguido tem razão ou não: pouco importa.
O que importa é não exercitar o Dever de Tutela para assim garantir a impolutibilidade do carácter de Mr. Placebo que até está preste a entra para o “Clube dos Jubilados”.
Eis a serapilheira de Mr. Parcial.
(…)
O objectivo da presente é provar e demonstrar à saciedade qual a lógica e a forma como o Dever de Tutela (que relembro é o primeiro dever militar elencado no Estatuto castrense) é exercido na Mui Histórica e Notável Instituição Militar, uma histórica organização HOJE EM DIA infestada de Parciais e Placebos e onde todo o subordinado é um arguido latente a MENOS QUE CALE e aceite a lógica vigente.
Até já
1 comentário:
Ao fim de alguns dias sem net....(outra que está sempre a acontecer, pelo menos a mim...rsrsr)isto já começa a tornar-se um hábito...n sei o que a pt anda a fazer, mas volta e meia corta-me o telefone e a net....cada vez temos serviços de maior qualidade...rsrsrs...parece que estamos em país do terceiro mundo...pelo menos no que me tem dito respeito...
cá volto a ler a comentar, na medida do possivel, esta semântica persecutória, que verifico cada vez mais...que realmente o exercito português, deve ter algum ramo da OPUS DEI...integrado nas fileiras de alguns quartéis...
n é possivel, que n haja uma alma esclarecida e com carácter...que duma vez por todas, dê conta de acabar com estas perseguições...
que raio de democracia existe nas nossas FA???!!!...
cada vez estou mais de boca aberta....parece que estamos a falar de outro país...
Um abraço
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