sexta-feira, 24 de agosto de 2007

SEMÂNTICA PERSECUTÓRIA (cont.38)


PROPOSTA DE MODERNIDADE…

Hoje vou fazer uma curta interrupção na “Semântica Persecutória”.

Sem que com isso signifique que estou a “baixar a guarda”, nada disso, pelo contrário, vou apresentar ao Estado Português – ATRAVÉS DA PRESENTE E UNICAMENTE ATRAVÉS DA PRESENTE - uma proposta que a actualidade castrense exige e que a serenidade jurisdiconal recomenda.

Expliquemos.

Por força das circunstâncias, o Destino quis que forjasse a contemplação do trilho do “saber jurisdicional”, calcorreei livros afins, desde a Constituição da República, Código do Processo Penal, Código do Trabalho, Estatuto dos Militares, Regulamento de Disciplina Militar, Código do Procedimento Administrativo, pelos mesmos motivos contactei diversas Entidades Públicas: Provedor de Justiça, Procurador Geral da República, Presidente da República, Governo, Assembleia da República, Entidades Reguladoras, Inspecções gerais, Universidades, enfim um “sem número” de recorrências, e, depois de toda esta vastidão descobri – e por isso sinto-me autorizado a propor – uma lacuna procedimental na organização castrense que como se sabe é regrada por rígidos Princípios.

Ei-la: o relacionamento gracioso (hierárquico) é – e digo-o sem receio de estar a mentir – parcial.

Ao alcance do subordinado só existe uma sede imparcial: o contencioso.

Tudo porque – e pelo conhecimento feito da experiência vivida - a recorrência hierarquica funciona numa lógica de “caudilho”.

Assenta numa convicção tão ilegítima quão ilegal: o subalterno NUNCA TEM RAZÃO…!

A coisa só não é “dramática” porque infelizmente tal facto é, sob o prisma funcional e orgãnico, aceite como se fosse um determinismo inevitável.

E isto não é demagogia, nem retaliação.

ANTES FOSSE.

Infelizmente é uma realidade como a chuva, o calor ou o pôr do sol.

Mas trata-se de algo que não se compadece com a modernidade, hoje em dia o subalterno dispõe duma grande capacidade quase ilimitada de superintendência dos actos que sobre si recaiem ou lhe dizem respeito.

E, embora continue válido a expressão pragmática que “errar é humano”, acrescentar-se-á que “não reconhecer o erro é irracional”, e “nele persistir é desumano”.

Um exemplo: Mr. Placebo – O VILÃO DA SEMÂNTICA PERSECUTÓRIA – ainda está formatado numa velha mentalidade em que o subordinado coitado, crente nos regulamentos, estautos e códigos castrenses, “sente-se assim mesmo e como tal julga-se defendido” pelo subordinante.

O que há muito deixou de ser verdade.

Mr. Placebo, precisa dum up-grade, a sua forma de exercer o comando está gasta e é, no mínimo, incongruente. Veja-se: sabe que errou (ao que julgo já o terá admitido informalmente) mas recusa dar o braço a torcer, e emendar o erro.

Pelo contrário empurra e imprime continuadamente uma cultura de coercitividade, uma fuga para a frente, tentando a tudo o custo angariar motivo para suprimir a falha ou endereçá-la a quem dela não tem qualquer culpa ou responsabilidade.

E porque se sente psicologicamente confiante e seguro pela superioridade do cargo e patente, além de que se trata duma personalidade dotada dum egocêntrismo e dum narcisismo doentio, exerce uma acção de comando autista, incapaz de conviver com a superintendência subordinada: quem se lhe opõe, opõe-se a um designio divino, opõe-se à organização, pois vale-se de tudo: não hesita em coagir em imprimir sobre os neutrais uma opção pela irracionalidade, estigmatizando folcloricamente o adversário, criando se for caso disso uma bruma procedimental que impede a separação entre o pessoal e o institucional.

Mistura uma e outra, sem que ambas se relacionem.

Incapaz de abstrair do espírito uma discórdia pessoal ou uma litigância concreta acaba por viciar a rotina funcional.

(…)

O arguido julga e crê que a litigância, não sendo desejável, é uma ocorrência normal que não deve nunca servir para retaliar ou discriminar só porque se tem o poder funcional do seu lado.

(…)

Com a experiência da lide, conquistou várias “certezas absolutas”, destacando:

- Bastaria que a Hierarquia olhasse para os actos de Mr. Placebo com o mesmo “rigor” que a mim dispensa, para certo quem receberia as Notas de Culpa era ele e não eu.

- Se não vingasse uma “lógica corporativista”, a esta hora, quem estaria a contas com o Regulamento Disciplinar não era um militar com patente de Major mas sim de Coronel.

(…)

Tudo porque toda a hierarquia conhece – embora não reconheça - que:

- Quem deixou à porta de armas do Cais da Ilicitude - impedindo de lá entrar – algumas das leis fundamentais, designadamente a Constituição da República, a Lei 116/97 – Estatuto do Trabalhador-estudante, a Lei 35/04 – Regulamentação do Código do Trabalho, não foi o Arguido.

- Quem violou o dever de zelo para com o Altíssimo Chefe senão quem fez “vista grossa” à sua vigente e pujante resolução numerada com o dígito 4 e o 2, anuada pelos dígitos 9 e 9, não foi o Arguido.

(…)

A experiência pessoal atarvés da qual passou a ver com outros olhos os problemas disciplinares dos outros permite-le e autoriza-o a reclamar e a solicitar ao Soberano um O PROVEDOR CASTRENSE.

Uma desejável e reclamável instância de "intermediação".

Um fiel entre o gracioso e o contencioso.

Pois está na altura de o Estado “olhar com olhos de ver” para a prática disciplinar corrente, ver, constatar e aferir que nela há INEQUIVOCAMENTE um déficit de defesa.

Arrisco a afirmar que se houvesse a figura proeminente dum Provedor Castrense, “metade dos processo disciplinares eram arquivados e metade das punições militares ficavam por sancionar…”

Já agora e a talhe de foice - PELA VERDADE - convém contextualizar o seguinte acontecimento político que a actualidade elegeu: ONTEM VIMOS (OS PORTUGUESES) VIRAM SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO MINISTRO A ANUNCIAR UMA LINHA DE CRÉDITO AOS ESTUDANTES, COM POMPA CIRCUNSTÂNCIA E TODO O MIMETISMO PROPEDÊUTICO, PORÉM - INCOMODA-ME (ASSIM COMO A TODOS OS PORTUGUESES, POIS DISSO ESTOU CERTO) - QUE A MESMA PESSOA/ENTIDADE E RESPONSÁVEL CONTINUE A IGNORAR QUE HÁ UM SEGMENTO DE PORTUGUESES - MILITARES DO QP DA ESCOLA PRÁTICA DE TRANSMISSÕES - A QUEM O ENSINO ESTÁ VEDADO. ESTÃO PROIBIDOS DE ESTUDAR POR FORÇA DUMA DECISÃO INJUSTA, ILEGAL E ABUSIVA DO EX-COMANDANTE DA UNIDADE, QUE EM BREVE VAI SER PROMOVIDO A OFICIAL-GENERAL...!


Até já

15 comentários:

fotógrafa disse...

ONTEM VIMOS (OS PORTUGUESES) VIRAM SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO MINISTRO A ANUNCIAR UMA LINHA DE CRÉDITO AOS ESTUDANTES, COM POMPA CIRCUNSTÂNCIA E TODO O MIMETISMO PROPEDÊUTICO, PORÉM - INCOMODA-ME (ASSIM COMO A TODOS OS PORTUGUESES, POIS DISSO ESTOU CERTO) - QUE A MESMA PESSOA/ENTIDADE E RESPONSÁVEL CONTINUE A IGNORAR QUE HÁ UM SEGMENTO DE PORTUGUESES - MILITARES DO QP DA ESCOLA PRÁTICA DE TRANSMISSÕES - A QUEM O ENSINO ESTÁ VEDADO. ESTÃO PROIBIDOS DE ESTUDAR POR FORÇA DUMA DECISÃO INJUSTA, ILEGAL E ABUSIVA DO EX-COMANDANTE DA UNIDADE, QUE EM BREVE VAI SER PROMOVIDO A OFICIAL-GENERAL...!
(in o Arguido)

Por tudo isto, acho que é justo que vás até ás ultimas consequências, com este caso...
então? em Portugal, há portugueses de 1ª e de 2ª???
os direitos não são iguais???
que país é este???que estado é este???que FA são estas, que discriminam vilmente, quem se entrega de alma e coração à sua profissão, que quer estudar, que quer progredir na vida, e lhe é vedado a toda a hora e a todo o instante,por gentalha, que no fundo só tem complexos de inferioridade,por não conseguir igualar o que os outros conquistaram???!!!
Vai...a todas as entidades, que puderes, denuncia, sem medo, porque pior do que o que já te aconteceu...não será possivel, e talvez, havendo alguém que com coragem, denuncie as injustiças que por aí proliferam(e se calhar noutros quartéis também), talvez o estado português, duma vez por todas, modifique alguns decretos e leis, que façam, com que situações destas deixem de existir....
e que se faça justiça, com aqueles, que por mesquinhez e mau caracter de alguns,façam do cais da ilicitude, um cais de esperança de melhores dias, do que os que estão a correr....para bem de todos os que têm sentido na pele, esta semântica percutória...
Vou sempre passando, e apoiando...

Anónimo disse...

PERSECUTÓRIA!!! SEM DÚVIDA... Se não como é que é possível ver e ouvir e ler na Internet trabalhos publicados por militares que no fim assinam "Doutor", "Mestre"... que eu saiba a Academia Militar não dá SOZINHA este tipo de grau académico... é sempre em associação com outras faculdades/universidades... pelo que a ser verdade na realidade anda por este triste País muito militar a ser perseguido, e a levar com processos disciplinares... era também engraçado saber quais os cursos "CIVIS" que os actuais Generais possuem, e a possuirem, evidentemente, puni-los em conformidade... OH! esqueçam... a minha mente teve uma ligeira branca ... as punições e as perseguições são só para alguns...

fotógrafa disse...

Voz a = db,

não estás com branca não...
nesta terra há dois pesos e duas medidas....
até eu gostava de saber em que academia militar alguns desses D.QUIMOTOS(rsrsrsrs) tiraram os seus cursos, para se apelidarem de doutores e engenhêroooosssss....rsrsrsrs
sim que eu saiba, só no ensino CIVIL!!! se passam diplomas de licenciaturas nessas areas ...e outras...
mas pelo que vejo, aí, nesse cais da ilicitude, há alguns que nascem com o ...CÚ...virado para a lua(peço desculpa pelo CÚ...mas acho que D QUIMOTO...tem cú mesmo....rsrsrssrs...e deve ser daqueles cús á paisana!!!!rsrsrsrs
o humor também é preciso, senão andariamos todos com cara de enterro....ehehehehehe
vou passando..e teclando

Manuel Ribeiro disse...

D. Quimoto afigura-se-nos como um doente mental, no sentido mais pernicioso do termo. Insensível, invejoso, vingativo, vaidoso, incompetente, narcisista, etc., etc.... Até poderia ser internado, e aparentemente ficava tudo resolvido. O problema é que em Portugal isto é muito comum. A Assembleia da República está cheia disso. É uma EPIDEMIA.
Segundo a hierarqui militar o subordinado NUNCA tem razão... aí está a presença objectiva do vírus, tal como na assembleia o Governo nunca está de acordo com a oposição (e vice-versa). É uma praga, esta falta de VERGONHA, de RESPEITO, que os poderosos nutrem em Portugal pelo chamado POVO.
Ainda há poucos anos, um Primeiro Ministro (que pouco antes, em atitude de desespero, pedira, quase exigira, o voto dos portugueses, porque só ele PODIA SALVAR PORTUGAL) abandonou o Governo e o País, os tais portugueses e os outros (eles dizem sempre, abnegadamente, que são de TODOS os portugueses), ou seja, traiu-NOS a todos... e agora é vê-lo, sem VERGONHA, sorridente, a visitar-nos como PRESIDENTE duma tasca europeia. E o que dói mais, muito mais, é que os PORTUGUESES o recebem com palmas e passadeira vermelha e macia, não vá sua (dele) excelência magoar-se ao pousar o pé na terra lusitana.
D. Quimoto, Placebo, XM ou o que raio seja é um produto desta merda, dum campo assim estrumado, fertilizado para GANANCIOSOS SEM ESCRÚPULOS.
Por tudo isso, espero pouco, muito pouco, dos nossos governantes, dos nossos meretissimos juizes, dos nossos CANAIS TELEVISIVOS, quanso se desmascaram personalidades pérfidas e pútefras como a deste candidato a caudilho.
Resta-nos gozer o dionísico prazer de dizer a verdade e de a espalhar tornando-a acessível à gente de BEM.

fotógrafa disse...

Aqui há tempos, vi uma estatistica,onde se dizia que a percentagem de doentes esquizofrénicos em Portugal, era altissima...
Apesar de n ir muito pelas estatisticas que se fazem por cá...fiquei a pensar no assunto, e acho que se calhar há alguma razão para terem chegado a essa conclusão...
N é de admirar, que o gabinete do comandante do cais da ilicitude...D.Quimoto, esteja metido nessa estatistica, e que ele seja um deles, para n dizer que o restante séquito que lhe faz assessoria, seja também, já para n falar no resto das paranóias que se registam pelos corredores de S.Bento & Cª...
...e nós Portugueses, cá continuamos, feitos carneiritos...quem se exaspera com estas atitudes...é considerado, personna non grata...que país é este em que vivemos..que só quem vive na hipocrisia é que se safa???!!!
vivo eternamente na clandestinidade...n consigo viver livremente, sinto...pois n alinho neste complô de mentiras, de cinismos...e com isto tudo, sinto-me qual naugrago agarrado á sua unica tábua de salvação, que é a consciência de n alinhar neste desfiar de mentiras e ilusões com que diáriamente nos presenteiam...
sinto que se calhar n estou no sitio certo...por isso a passagem repetida por este blog da LIBERDADE!!!

José António Borges da Rocha disse...

Amigos sem querer provocar nenhum sentimento de espanto, informo-vos que deveis preparar-vos para assistir - MUITO EM BREVE - ao cumular da prepotência.

Os arautos do situacionismo - JUBILADOS POIS CLARO - preparam-se para propor ao Governo e PR a promoção a Oficial General de Mr. Placebo.

Coisa "justa", embora ultrajante para quem defende valores e princípios morais e de cidadania, mas claro está que é o culminar da fachada de Hipocrisia duma sociedade hipócrita, conduzida por hipócritas.

Nunca me cansarei de lutar contra este situacionismo oportunístico que bajula o Soberano de quatro em quatro anos para no dia seguinte tratá-lo por Contribuinte: cognome até ao próximo acto eleitoral.

Evidentemente que o Poder Sabujo logo trata de antes do acto, dar a si próprio umas semanas de Mentira, de Demagogia, de Pressão de Benfeitoria e Mimetismo Oportunista: a quem designam de campanha eleitoral.

fotógrafa disse...

ESPANTO???!!! espantar-me-ia é se tudo mudasse radicalmente...aí sim, ficaria com cara pasmada...E SERIA UM MILAGRE, da SANTA DA LADEIRA!!!eheheh
este país, só mudará, quando os rogos do povinho, se fizerem ouvir para que a santinha nos salve...eheheh...de resto, os diabretes todos que por cá moram...não dão chance...eheheh...estão todos muito divertidos a fazer os preparativos para receber mais D.QUIMOTO, lá para as bandas do forrobodó, das chamas infernais, onde eles se divertem,e elevando ao altar supremo o DITO CUJO...mandando para as urtigas as agruras do ZÉ POVINHO...esse que se lixe, porque n passam de mosquitos, que com uma sapatada, ficam arrumados...
e biba a democrabandalheira!!!

Paulo disse...

Artº 270º da Constituição da República Portuguesa: «A lei pode estabelecer restrições ao exercício dos direitos de expressão, reunião, manifestação, associação e petição colectiva e à capacidade eleitoral passiva dos militares e agentes militarizados dos quadros permanentes em serviço efectivo, na estrita medida das exigências das suas funções própias».

Este artigo inserido fora do capítulo dos direitos, liberdades e garantias sublinha a natureza especial e excepcional das restrições aqui previstas.

Bem longe fica o Artº 13º da mesma Constituição, que diz: «Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei».

O princípio da igualdade é um princípio estruturante do sistema constitucional global, conjugando dialecticamente as dimensões liberais, democráticas e sociais inerentes ao conceito de um Estado de direito democrático e social.
Todas as funções estaduais estão vinculadas ao princípio da igualdade. Isto significa que o princípio material da igualdade constitui sempre uma determinante heterónoma da legislação, da administração e da juridição.

A administração, por vezes, não sabe que o princípio da igualdade encontra os seus "momentos" mais relevantes no seguinte:
- Proibição de medidas administrativas portadoras de incidências coactivas designadamente (cargos ou sacrifícios) na esfera jurídica dos cidadãos (sejam eles militares ou não);
- Autovinculação da administração no âmbito dos seus poderes discricionários, devendo ela utilizar critérios substancialmente idênticos para resolução de casos idênticos, sendo a mudança de critérios, sem qualquer fundamento material, violadora do princípio da igualdade (não existindo, porém, um «direito à igualdade na ilegalidade», ou à «repetição dos erros» e podendo a administração afastar-se de uma prática anterior que se mostre serlegal).

A verdade é que muitas vezes não se sabe quais os limites dos poderes discricionários.
É também verdade que o poder discricionário, por vezes, por «decreto» é «oferecido» aos que não têm carácter ou que não respeitam o próximo (justiça, honestidade, lealdade, bondade).

Já ninguém ouve o Marechal de Belle Isle, que dizia aos seus subordinados: «Não useis nunca de punição que a lei reprove, que o espírito ou a moral condenem. Quando fores obrigado a castigar, que se leia no vosso rosto a pena que sentis de serdes forçado a chegar a essa dura extremidade»

Abraço

Paulo sempre

Manuel Ribeiro disse...

Será um dia triste, mais um, esse em que Mr. Placebo XM for promovido a General. Essa patente só deveria ser conferida a homens de carácter e conhecimento, por quem as tropas nutrissem respeito e admiração. Neste caso, será mais um a quem os militares farão continência à farda, às estrelas conspurcadas que (indevidamente) carrega nos ombros.
Longe vão os tempos em que os soldados sentiam orgulho e até vaidade em servirem certos cabos-de-guerra. José do Telhado, distinto Sargento da Guarda da Rainha, um dia, em batalha, colocou o seu próprio corpo entre o seu General e 5 ou 6 soldados inimigos que o pretendiam abater. Azar dos soldados inimigos que morreram por tal ousadia... e sorte do general que já encomendava a alma ao Criador. Estupefacto com a valentia de Zé do Telhado, ali mesmo, reconhecido, o general arrancou do peito a Medalha de Torre e Espada e condecorou com ela o famoso justiceiro lusitano!
Qual general faria isso (algo semelhante) nos tempos que correm? Que faria o Sargento José do Telhado perante eles?... Nem quero pensar o que faria o nosso Robin Wood a Mr. Placebo... é quase pornográfico imaginá-lo...
Mr. Placebo XM será em breve "General", acredito que sim, e, apesar da tristeza que nos invade e do garantido prejuizo daí (dessa promoção) resultante para o país, e particularmente para o Exército Português, temos que concluir que (infelizmente) ele preenche todas as condições ACTUAIS para tal.

fotógrafa disse...

Anacoreta
Esse tempo do José do Telhado...é tempo que já lá vai...
muitas voltas deu esta nossa terra, muitos valores desapareceram,para deixar que canalhas se instalassem, com toda a lata, nos lugares, que como tu dizes, deviam ser ocupados por homens de caracter e conhecimento...
onde já se viu, a perda de tempo a discutir se o PM era engº.ou não???!!!
só em terra como esta,que parece que n tem mais nada que fazer...as decisões e arrumações de casa(que é um País), aí n se mexe em nada, deixa-se andar tudo, como se tudo fosse um mar de rosas...como se n houvesse ajustes a fazer, coisas a varrer!!!Tens razão
devia aparecer por cá um Robin Wood sim...tenho a certeza que cortaria os t......rsrsrsr a muitos!!!
começando por o território da ilicitude (EPT)...se calhar MR.Placebo(D.Quimoto)...etc...e todos os vampiros que por aí sugam a energia, a quem com a sua luta, nunca se deixará vencer...
assino por baixo do que acabas de dizer, mas nunca desistam se lutar contra palhaços como esses!!!

fotógrafa disse...

Anacoreta:
Acho que se fosse hoje o nosso Robin Wood, estaria com um pó tão grande...mas tão grande...a estes generais pummpumm, que por cá proliferam...que até os oferecia ao inimigo... de bandeija...rsrsrs
também faz bem á alma...desabafar... e ser velhaca de vez enquando...também n tenho pertenção a ser Madre Tereza...kkkkkkkkkkkkkkkkk

Paulo disse...

«Zé do Telhado» (José Teixeira da Silva Telhado), nascido a 22/06/1818.
Ao princípio era só José. Isto mesmo reza o assento de baptismo feito na igreja matriz de Castelões de Recezinhos. Filho legítimo de Joaquim de Matos e Maria Lentina.
Como soldado de Lanceiros da Rainha com o nº 39 da 1ª Companhia, José Teixeira destacava-se entre os restantes soldados do Regimento.
Tinha uma figura aprumada a cavalo. Vestia fardamento vermelho e negro, onde sobressaía o cordão dourado ou amarelo da barretina, abotoado ao pescoço por dois berloques vistosos.´
Após a Revolução da Maria da Fonte (Abril e Maio de 1846),entre os dias dramáticos, o José do telhado este foi agredido na Feira de Penafiel. À traição, dizem as crónicas, que foi à traição e que o agressor foi o grande inimigo de José do Telhado, o José Pequeno.
Zé do Telhado, ou José Teixeira da Silva, conforme se queira, volta então a casa, derrotado.
De nada lhe serviu ter ganho a Torre e Espada.
As condecorações não matam a fome.
Miserável, entrou para a quadrilha do seu irmão, como capitão de ladrões. Roubava aos ricos para dar aos pobres. O carácter romântico e a bravura marcaram, até hoje, a vida de José Teixeira da Silva, o Zé do Telhado, que morreu no degredo em África...talvez com saudades do seu ofício da juventude em terras de Caíde de Rei e do seu amigo falecido; barão de S. Cosme:Castrador

Abraço
Paulo Sempre

fotógrafa disse...

Paulo,
obrigada por nos trazeres á memória a hiatária ...ZÉ DO TELHADO...
nestes tempos que decorrem por aqui,qualquer dia reaparcerá novamente um ZÉ DO TELHADO, pois pelo rumo que o país está a tomar, só com os métodos que ele empregou, se conseguirá sobreviver...
esperemos que isto seja só a minha retórica...tenho que ver se sou menos pessimista...rsrsrs
Um abraço

fotógrafa disse...

eheheh..hoje estou a trocar tudo...quiz dizer, HISTÓRIA...claro...rsrsrs

fotógrafa disse...

.......falta das lunetas.....eheheh