sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

POLÍTICA DE DEFESA E MISSÃO DAS FORÇAS ARMADAS




Constituem objectivos da política de defesa: a garantia da independência nacional, da integridade do espaço territorial, da liberdade e da segurança dos cidadãos e da salvaguarda dos interesses nacionais, como também, no quadro de uma segurança cooperativa, a participação activa na produção de segurança internacional e, em particular, em missões internacionais de gestão de crises, de carácter humanitário e de apoio à paz.

O novo quadro de segurança internacional e a resposta adequada da política de Defesa Nacional apontam, necessariamente, para uma concepção mais larga da segurança e uma concepção mais integrada da política defesa com reflexos inevitáveis na doutrina estratégica e operacional, na definição das estruturas de comando e controlo e nas próprias missões das Forças Armadas.

No novo quadro de segurança internacional e considerados os objectivos da política de defesa, as áreas de interesse estratégico nacional e as organizações internacionais e sistemas de alianças a que Portugal pertence, as missões das Forças Armadas Portuguesas devem ser adequadas a este novo quadro e corresponder às suas prioridades.

Para além das missões tradicionais, as Forças Armadas deverão participar, prioritariamente, em missões internacionais de natureza militar, nomeadamente no sistema de defesa colectiva da Aliança Atlântica e na Política Europeia de Segurança e Defesa. E em missões internacionais de apoio à política externa, designadamente, de gestão crises, de natureza humanitária e de manutenção de paz, no quadro das organizações internacionais de que Portugal é membro, nomeadamente a ONU, União Europeia, OTAN, a OSCE e a CPLP.

As Forças Armadas deverão, igualmente, assumir a sua parte nas missões de luta contra o terrorismo transnacional em quadro legal próprio e em coordenação com os instrumentos internos para esse combate, nomeadamente as Forças e Serviços de Segurança.

As Forças Armadas devem continuar a executar missões de interesse público, designadamente de busca e salvamento, fiscalização marítima e de apoio às populações em especial na prevenção e combate aos fogos florestais e em situação de catástrofes naturais, de forma supletiva enquadrada e coordenada com os bombeiros e protecção civil.

Finalmente, as Forças Armadas deverão manter o empenhamento nos projectos e programas de Cooperação Técnico Militar com os Países Africanos de Expressão Oficial Portuguesa.



PROGRAMA DO GOVERNO, IN



3 comentários:

fotógrafa disse...

UFAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!
É muita coisa....rsrsrsr
Portugal anda muito activo...assim dá muito trabalho aos ditos cujos generais, que assim não têm a cabeça só para usar os chapéus com a respectiva graduação... e com os galões...kkkkkkkk
assim pode ser que tenham mais em que ocupar as cabeçinhas pensadoras e deixem de chatear, quem quer estudar e trabalhar...
estando entretidos a pensar nestas missões todas, talvez deixem de fazer perseguições....
Um abraço

Pois disse...

É comovente a maneira como os novos porreiraços da carbonária, perdão, PS, repetem todos os erros da 1ª República, até às missões megalómanas no Estrangeiro, para Inglês ver.

Já só cá falta o Camião da Morte.

Pois disse...

Ver
http://semiramis.weblog.com.pt/arquivo/2004/10/19_de_outubro_d.html