Hoje, como de quando em vez, e seguramente mais vezes do que seria desejável, uma bizarra figura deste regime aparece na antena para alarmar e aterrorizar os portugueses.
Como é bom de ver, refiro-me ao Grande Filho da P**** do Vitor Constâncio que hoje vem a publico dizer (criando uma almofada para o Governo/Bilderberg) "ser inevitável" o aumento dos impostos.
Concordo com ele, de facto se não é evitável "perseguir os fugitivos do fisco" e se não é evitável reduzir o hiato (enorme, 30 vezes) entre os vencimentos mais altos (onde se inclui o do dito cujo) e os vencimentos miseráveis da esmagadora maioria dos portugueses então só resta o "saque" ao bolso do incauto cumpridor.
Parabéns Dr. Constâncio: ganha tanto e afinal as ideias que consegue obter são acessíveis e ao alcance do senso-comum.
Ponha-se um desempregado no lugar deste gajo
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
PGR A MAIS, VERDADE A MENOS
Concidadãos vejam ao estado a que ISTO chegou.
O Procurador-geral da República (PGR) perante a denuncia de um crime, decide fazer “orelhas moucas” e não agir.
Apenas se preocupa com a circunstância de haver “fugas” de informação.
Esquece o mais importante: em primeiro lugar é seu dever perante a percepção de um crime agir formalmente, e, pior ainda e em segundo, acho que está muito enganado com a sua pseudo-preocupação com as fugas: como estaríamos nós sem as fugas de informação?
Nem é bom falar.
Se mesmo assim os inquéritos são inconclusivos, não chegam a lado nenhum, excepto os do cidadão anónimo, o que seria se não houvesse fugas, Meu Deus, se isto já é um Estado de corrupção generalizada, bem o que seria então?
O Procurador-geral da República (PGR) perante a denuncia de um crime, decide fazer “orelhas moucas” e não agir.
Apenas se preocupa com a circunstância de haver “fugas” de informação.
Esquece o mais importante: em primeiro lugar é seu dever perante a percepção de um crime agir formalmente, e, pior ainda e em segundo, acho que está muito enganado com a sua pseudo-preocupação com as fugas: como estaríamos nós sem as fugas de informação?
Nem é bom falar.
Se mesmo assim os inquéritos são inconclusivos, não chegam a lado nenhum, excepto os do cidadão anónimo, o que seria se não houvesse fugas, Meu Deus, se isto já é um Estado de corrupção generalizada, bem o que seria então?
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
UM TENTÁCULO CHAMADO MINISTÉRIO PUBLICO
EU, COMO CIDADÃO, JÁ NÃO TINHA QUALQUER DÚVIDA QUE PORTUGAL ESTAVA TRANSFORMADO NUM POLVO MAFIOSO E CORRUPTO.
JÁ ANTERIORMENTE HAVIA POSTADO SOBRE A MALVADEZ E A FALTA DE ZELO DO MP.
Ouçam o que diz o Presidente do Supremo: quer afastar MP da investigação
Costa Andrade, membro do Conselho Superior da Magistratura, diz que, se houver suspeitas de crimes, escutas com Sócrates são válidas.
As ondas de choque do caso "Face Oculta" continuam a provocar danos nas estruturas das magistraturas. Ontem, à boleia da polémica com o procurador-geral, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, resolveu recuperar uma ideia antiga: o regresso ao modelo de investigação criminal liderado por um juiz e não por um procurador do Ministério Público.
Ainda que não se tenha referido directamente à ideia, Noronha do Nascimento, em declarações à RTP, depois de criticar o envio de certidões "tão importantes" do caso Face Oculta "aos bocadinhos" e às "bochechas", lançou: "É preciso pensar se não temos de repensar toda a estrutura da investigação."
As palavras de Noronha do Nascimento foram imediatamente lidas, como o retomar de um discurso seu de 2007, em que defendeu que à frente da investigação deveria estar um juiz e não um procurador do Ministério Público: "Queremos uma investigação centrada em juízes de instrução para, através da independência, garantir a sua autenticidade, ou queremo-la centrada no MP?", questionou o presidente do STJ. Uma ideia que, na sequência da polémica das certidões com o procurador-geral, Pinto Monteiro, resolveu recuperar.
O bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho e Pinto, afirmou ontem que partilhava as ideias defendidas por Noronha do Nascimento no âmbito da investigação criminal. Na SIC Notícias, o advogado defendeu que se devia "repensar o estado da investigação criminal", por ser desigual.
"Há pessoas que estão presas por serem pobres e que não tiveram defesa porque não tiveram dinheiro para pagar a um bom advogado", referiu. Por outro lado, reiterou a perspectiva de que "há pessoas que permanecem intocáveis. Devemos repensar a investigação criminal porque esta falhou o seu objecto constitucional", conclui.
Entretanto, Manuel da Costa Andrade, um dos mais conceituados especialistas em Direito Penal e membro do Conselho Superior da Magistratura, nomeado pelo Presidente da República, considera que as escutas telefónicas entre Armando Vara e José Sócrates podem ser utilizadas num processo.
Numa declaração ao DN, o professor catedrático de Coimbra sintetizou a sua opinião numa frase: "Podia chegar-se ao absurdo de uma escuta legal obter dados de um crime hediondo cometido por um órgão de soberania e isto não poder ser valorizado."
Costa Andrade explicou que, tal como prevê a lei, nos casos em que estejam em causa escutas ao Presidente da República, presidente da Assembleia da República e primeiro-ministro "o presidente do Supremo Tribunal de Justiça funciona como juiz de instrução para efeitos de autorização de escutas telefónicas".
"Este regime", continuou, "não prejudica o regime especial dos conhecimentos fortuitos, segundo o qual, feita validamente uma escuta, são válidos os conhecimentos adquiridos relativamente a crimes do catálogo". Se o crime em causa for tráfico de influência, a escuta pode ser aproveitada.
JÁ ANTERIORMENTE HAVIA POSTADO SOBRE A MALVADEZ E A FALTA DE ZELO DO MP.
Ouçam o que diz o Presidente do Supremo: quer afastar MP da investigação
Costa Andrade, membro do Conselho Superior da Magistratura, diz que, se houver suspeitas de crimes, escutas com Sócrates são válidas.
As ondas de choque do caso "Face Oculta" continuam a provocar danos nas estruturas das magistraturas. Ontem, à boleia da polémica com o procurador-geral, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, resolveu recuperar uma ideia antiga: o regresso ao modelo de investigação criminal liderado por um juiz e não por um procurador do Ministério Público.
Ainda que não se tenha referido directamente à ideia, Noronha do Nascimento, em declarações à RTP, depois de criticar o envio de certidões "tão importantes" do caso Face Oculta "aos bocadinhos" e às "bochechas", lançou: "É preciso pensar se não temos de repensar toda a estrutura da investigação."
As palavras de Noronha do Nascimento foram imediatamente lidas, como o retomar de um discurso seu de 2007, em que defendeu que à frente da investigação deveria estar um juiz e não um procurador do Ministério Público: "Queremos uma investigação centrada em juízes de instrução para, através da independência, garantir a sua autenticidade, ou queremo-la centrada no MP?", questionou o presidente do STJ. Uma ideia que, na sequência da polémica das certidões com o procurador-geral, Pinto Monteiro, resolveu recuperar.
O bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho e Pinto, afirmou ontem que partilhava as ideias defendidas por Noronha do Nascimento no âmbito da investigação criminal. Na SIC Notícias, o advogado defendeu que se devia "repensar o estado da investigação criminal", por ser desigual.
"Há pessoas que estão presas por serem pobres e que não tiveram defesa porque não tiveram dinheiro para pagar a um bom advogado", referiu. Por outro lado, reiterou a perspectiva de que "há pessoas que permanecem intocáveis. Devemos repensar a investigação criminal porque esta falhou o seu objecto constitucional", conclui.
Entretanto, Manuel da Costa Andrade, um dos mais conceituados especialistas em Direito Penal e membro do Conselho Superior da Magistratura, nomeado pelo Presidente da República, considera que as escutas telefónicas entre Armando Vara e José Sócrates podem ser utilizadas num processo.
Numa declaração ao DN, o professor catedrático de Coimbra sintetizou a sua opinião numa frase: "Podia chegar-se ao absurdo de uma escuta legal obter dados de um crime hediondo cometido por um órgão de soberania e isto não poder ser valorizado."
Costa Andrade explicou que, tal como prevê a lei, nos casos em que estejam em causa escutas ao Presidente da República, presidente da Assembleia da República e primeiro-ministro "o presidente do Supremo Tribunal de Justiça funciona como juiz de instrução para efeitos de autorização de escutas telefónicas".
"Este regime", continuou, "não prejudica o regime especial dos conhecimentos fortuitos, segundo o qual, feita validamente uma escuta, são válidos os conhecimentos adquiridos relativamente a crimes do catálogo". Se o crime em causa for tráfico de influência, a escuta pode ser aproveitada.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
A FACE OCULTA
Os ardinas do burgo não se cansam de trazer a ultima nova (velha!) notícia sobre corrupção em Portugal; agora envolvendo os mesmos de sempre (“históricos” do poder, ex-governantes).
A dimensão deste iníquo fenómeno atingiu proporções desproporcionadas.
Todos conhecemos a causa: cultura da impunidade e da irresponsabilidade.
Tudo porque os caboucos do regime parido na revolução de Abril foram a irresponsabilidade e a impunidade, e estas enteadas enraizaram-se no poder e no caldo social e depois, claro naturalmente e como cogumelos, começaram a nascer os “misteriosos “ prenhes de irresponsabilidade e de impunidade, vejamos: a novela do desaparecimento de Madeleine McCann, o infindável caso Casa Pia, o caso Portucale, a Operação Furacão, a compra dos submarinos; as escutas ao Presidente da República, o caso da Universidade Independente, o caso da Universidade Moderna, o Apito Dourado e a corrupção na arbitragem, a corrupção nas autarquias (De Fátima Felgueiras, a Isaltino Morais, passando pelo Valentim Loureiro, Ferreira Torres e o caso Braga parques), as denuncias de Catalina Pestana a esvaírem-se pelo ralo da indiferença, as de João Cravinho idem aspas, os doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida, a espantosa sentença do miúdo electrocutado no semáforo em Lisboa, as crianças assassinadas na Madeira, o mistério dos crimes imputados ao padre Frederico, o mistério do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal, as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo. Aquelas em que ela reconheceu imensa gente 'importante', jogadores de futebol, milionários, políticos, os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran, os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, o mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha, aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência, um sem fim de enigmas à portuguesa, onde no topo podemos colocar o ASSASSINATO do primeiro-ministro (SÁ CARNEIRO)
Onde estão os responsáveis por inquirir, acusar, julgar, sentenciar e condenar?
Os portugueses sabem que – hoje - em Portugal só é condenado o desgraçado do “Zé Ninguém” apanhado com o carro mal estacionado.
Assim como … em Portugal já “SÓ HÁ UM SÍTIO” onde não há (ainda) corrupção, sabem onde?
- ONDE AINDA NÃO FOI DESCOBERTA
A dimensão deste iníquo fenómeno atingiu proporções desproporcionadas.
Todos conhecemos a causa: cultura da impunidade e da irresponsabilidade.
Tudo porque os caboucos do regime parido na revolução de Abril foram a irresponsabilidade e a impunidade, e estas enteadas enraizaram-se no poder e no caldo social e depois, claro naturalmente e como cogumelos, começaram a nascer os “misteriosos “ prenhes de irresponsabilidade e de impunidade, vejamos: a novela do desaparecimento de Madeleine McCann, o infindável caso Casa Pia, o caso Portucale, a Operação Furacão, a compra dos submarinos; as escutas ao Presidente da República, o caso da Universidade Independente, o caso da Universidade Moderna, o Apito Dourado e a corrupção na arbitragem, a corrupção nas autarquias (De Fátima Felgueiras, a Isaltino Morais, passando pelo Valentim Loureiro, Ferreira Torres e o caso Braga parques), as denuncias de Catalina Pestana a esvaírem-se pelo ralo da indiferença, as de João Cravinho idem aspas, os doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida, a espantosa sentença do miúdo electrocutado no semáforo em Lisboa, as crianças assassinadas na Madeira, o mistério dos crimes imputados ao padre Frederico, o mistério do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal, as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo. Aquelas em que ela reconheceu imensa gente 'importante', jogadores de futebol, milionários, políticos, os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran, os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, o mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha, aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência, um sem fim de enigmas à portuguesa, onde no topo podemos colocar o ASSASSINATO do primeiro-ministro (SÁ CARNEIRO)
Onde estão os responsáveis por inquirir, acusar, julgar, sentenciar e condenar?
Os portugueses sabem que – hoje - em Portugal só é condenado o desgraçado do “Zé Ninguém” apanhado com o carro mal estacionado.
Assim como … em Portugal já “SÓ HÁ UM SÍTIO” onde não há (ainda) corrupção, sabem onde?
- ONDE AINDA NÃO FOI DESCOBERTA
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Ó DR. GARCIA PEREIRA: O REI VAI NU
Hoje o país ouviu o Dr. Garcia Pereira dizer que no inquérito às praxes praticadas no Colégio Militar houve uma “sabotagem organizada” por parte das chefias militares e responsáveis.
As televisões fartaram-se de ecoar a “novidade”.
Pois devo dizer que nada disto é estranho ou sequer novidade para mim, há anos que não me canso de denunciar a hipocrisia reinante no seio do Exército Português onde “vegeta” uma hierarquia incapaz de viver e conviver com o contraditório (e como assim ignorando os mais elementares princípios do direito e da razão), que estimula a subserviência, a competição sem freio, inculca o medo (jogando com o poder de influenciar a carreira).
Os militares do Exército de Portugal são tratados “abaixo de cão”. Os actos administrativos e disciplinares são tão imorais como no tempo da inquisição (ou mais recentemente do PREC).
Cometem-se irregularidades e atropelos impensáveis num país pertencente à EU.
Afirmo, com conhecimento e consciência de causa, e por minha honra que não é de agora que a “sabotagem organizada” existe, por aqui não existe facto novo; a novidade é a sua notícia, a divulgação publica.
Antes fosse o contrário mas infelizmente não é.
No Exército Português a hierarquia age a “seu belo prazer, a favor ou contra a lei” porque sabe que não existe “superintendência” dos seus actos ou omissões. Basta ver o que aconteceu com o Estatuto do Trabalhador Estudante onde um coronel-comandante andou durante 4 anos a violar a lei da república, incluindo a sagrada constituição e no final o que aconteceu: PROMOVIDO A GENERAL, enquanto os lesados foram votados para a sarjeta da indiferença.
No vector descendente a linha é a “ameaça” – expressa ou velada – de prejudicar a carreira; no vector inverso vigora o medo mesclado com a “raiva” dos impotentes.
Mas, e se o Dr. Garcia Pereira ou o Dr Procurador-Geral se dessem ao cuidado de promover uma auditoria às decisões administrativas e disciplinares produzidas e fixadas pela hierarquia militar, o mínimo que iria acontecer a ambos quando o resultado chegasse seria “corar de vergonha”.
Eu afirmo que no Exército Português o direito à reclamação e ao recurso só tem propriedade formal, mais nada. As decisões são fixadas em completo fingimento prático, decorrem da necessidade de saciar o formalismo”, nada mais. O corporativismo é a regra e o secretismo funcional solidifica-a, mais vezes do que seria desejável vê-se o decisor, quando chamado a dirimir entre uma mentira de um superior hierárquico (queixado) e uma verdade dum inferior (queixoso), a inclinar a decisão em favor daquele.
Não sou, nem nunca fui apologista da violência mas há limites para tudo, como diz o provérbio.
Sem medo e a bem da verdade
As televisões fartaram-se de ecoar a “novidade”.
Pois devo dizer que nada disto é estranho ou sequer novidade para mim, há anos que não me canso de denunciar a hipocrisia reinante no seio do Exército Português onde “vegeta” uma hierarquia incapaz de viver e conviver com o contraditório (e como assim ignorando os mais elementares princípios do direito e da razão), que estimula a subserviência, a competição sem freio, inculca o medo (jogando com o poder de influenciar a carreira).
Os militares do Exército de Portugal são tratados “abaixo de cão”. Os actos administrativos e disciplinares são tão imorais como no tempo da inquisição (ou mais recentemente do PREC).
Cometem-se irregularidades e atropelos impensáveis num país pertencente à EU.
Afirmo, com conhecimento e consciência de causa, e por minha honra que não é de agora que a “sabotagem organizada” existe, por aqui não existe facto novo; a novidade é a sua notícia, a divulgação publica.
Antes fosse o contrário mas infelizmente não é.
No Exército Português a hierarquia age a “seu belo prazer, a favor ou contra a lei” porque sabe que não existe “superintendência” dos seus actos ou omissões. Basta ver o que aconteceu com o Estatuto do Trabalhador Estudante onde um coronel-comandante andou durante 4 anos a violar a lei da república, incluindo a sagrada constituição e no final o que aconteceu: PROMOVIDO A GENERAL, enquanto os lesados foram votados para a sarjeta da indiferença.
No vector descendente a linha é a “ameaça” – expressa ou velada – de prejudicar a carreira; no vector inverso vigora o medo mesclado com a “raiva” dos impotentes.
Mas, e se o Dr. Garcia Pereira ou o Dr Procurador-Geral se dessem ao cuidado de promover uma auditoria às decisões administrativas e disciplinares produzidas e fixadas pela hierarquia militar, o mínimo que iria acontecer a ambos quando o resultado chegasse seria “corar de vergonha”.
Eu afirmo que no Exército Português o direito à reclamação e ao recurso só tem propriedade formal, mais nada. As decisões são fixadas em completo fingimento prático, decorrem da necessidade de saciar o formalismo”, nada mais. O corporativismo é a regra e o secretismo funcional solidifica-a, mais vezes do que seria desejável vê-se o decisor, quando chamado a dirimir entre uma mentira de um superior hierárquico (queixado) e uma verdade dum inferior (queixoso), a inclinar a decisão em favor daquele.
Não sou, nem nunca fui apologista da violência mas há limites para tudo, como diz o provérbio.
Sem medo e a bem da verdade
terça-feira, 22 de setembro de 2009
JUSTIÇA, POIS CLARO
Hoje os ardinas do Bilderberg oferecem ao Povo Português - sem que este o tenha requerido sequer - mais um emolumento da podridão a que votaram esta velha nação de conquistas.
Consta que o Excelentissimo Juíz Rui Teixeira (sim, o que foi ao Parlamento levantar a imunidade do deputado Paulo Pedroso) está a sofrer pressões e retaliações ilegitimas.
A sensibilidade socialista do Conselho Superior da Magistratura não lhe quer perdoar a ousadia de ter acusado "figuras ligadas ao PS".
É claro que em Portugal, sim a republica dita democrática, a justiça tem cores e classes: politicos e poderosos ninguém lhes pode tocar, senão
Palavras para quê? Basta relembrar uma célebre frase do saudoso Zappa F. "o mundo é uma bola de merda, quanto mais se mexe mais mal cheira"
Como ele tem razão
Consta que o Excelentissimo Juíz Rui Teixeira (sim, o que foi ao Parlamento levantar a imunidade do deputado Paulo Pedroso) está a sofrer pressões e retaliações ilegitimas.
A sensibilidade socialista do Conselho Superior da Magistratura não lhe quer perdoar a ousadia de ter acusado "figuras ligadas ao PS".
É claro que em Portugal, sim a republica dita democrática, a justiça tem cores e classes: politicos e poderosos ninguém lhes pode tocar, senão
Palavras para quê? Basta relembrar uma célebre frase do saudoso Zappa F. "o mundo é uma bola de merda, quanto mais se mexe mais mal cheira"
Como ele tem razão
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Ó DR. MÁRIO SOARES: POUPE-NOS
Desde há algum tempo a esta parte que vinha sentindo enorme simpatia pelas "aparições" do Dr Soares, especialmente na sua atitude de critica e contestação à politica belicista americana e à omissão dolosa da Europa comandaada pelo Bilderberg do Barroso.
Efectivamente quanto mais me aproximava do pensamento do Dr Soares mais o País se tornava insensivel ao que ele dizia, parecia que ninguém o queria ouvir quando as suas palavras eram duras para com o tegime e os regimentais.
Ontem parece que tudo mudou, bruscamente.
Do dia para a noite o País parou para ouvir o Dr Soares, porquê? Terá sido por obra e benevolência do bilderberg?
Mas o que é curioso nesta história é que ele (Soares) surge do nada, de paraquedas como soi dizer-se, apenas para dizer banalidades e asneiras de conveniência
Acusa a Dr Manuela, pois todos a acusamos,
solidariza-se com o Eng Sócrates, que bajulhice... Ó Dr Soares o senhor n precisa de se fazer de hipocrita, o que o senhor diz do Barroso aplica-se integralmente e ipsis verbs com o tal de Sócrates, bolas
É certo que o periodo de campoanha (em rigor de alienação) permite que tudo seja dito e ouvido, o que é pior, mas valha-nos Deus Dr Soares poupe-nos, poupe o Povo, seja patriota - pelo menos uma vez na vida - e situe-se ao lado do Povo Português e, para estar ao lado do Povo Português, o senhor tem de se situar contra a Manuela, o Socrates e todos os bandalhos do PS e do PSD que o trai´ram e traiem e toda a hora e momento.
Não nos insulte.
Retire-se.
Não se exponha.
respeite-nos.
Estamos na Comunidade Europeia, abdicamos da nossa moeda, da nossa lingua, das nossas fronteiras, da nossa soberania e DIGA quantas vezes o Povo foi ouvido para esta metamorfose interesseira? Quem levou o País para a falência Reral e Moral?
Nesta altura, todos os profissionais da mentira apelam á Verdade?
Ok eu exorto-os a falarem, uma vez na vida, a verdade e contem então ao Povo Português a verdade sobre:
1. CAMARATE (onde um primeiro ministro e um ministro entre outros foram assassinados e tal não mereceu julgamento), digam a verdade ao Povo?
2. BILDERBERG (que seita é esta que seduz tantos politicos, economistas, banqueiros e outros dignitários da Lusitânia) digam a verdade ao Povo?
3. GUERRA DO IRAQUE (Digam a verdade ao Povo? Digam porque é que o Barroso MENTE AOS PORTUGUESES - dizendo o que disse no parlament - sem lhe sere assacada qualquer responsabilidade)
4. CONTRADITÓRIO (Digam a verdade ao Povo Português, digam o que lhe acontece (povo) se ousar enfrentar os poderes (mafiosos) instituidos? Digam se este (povo) tem direito ao contraditório?)
Na verdade - em Portugal - o direito ao contraditório CESSOU com a extinção (de forma corrompida, diga-se) das FP-25
Hoje está a surgir de novo, ao de leve, masd apenas na BLOGOSFERA.
Em mais lado algum existe contraditório: ALIÁS OS PORTUGUESES - FALO POR MIM - JÁ ESTÃO CANSADOS DE VER TODOS OS DIAS À MESMA HORA AS MESMAS PESSOAS A FALAR SOBRE OS MESMOS ASSUNTOS
Pode ser verdade ou mentira aquilo que dizem, por certo que 99% é mentira, mas pouco importa pois o que lhes interessa é que isso fique INCULCADO no pensamento dos ouvintes.
Por Portugal, o da Verdade
Efectivamente quanto mais me aproximava do pensamento do Dr Soares mais o País se tornava insensivel ao que ele dizia, parecia que ninguém o queria ouvir quando as suas palavras eram duras para com o tegime e os regimentais.
Ontem parece que tudo mudou, bruscamente.
Do dia para a noite o País parou para ouvir o Dr Soares, porquê? Terá sido por obra e benevolência do bilderberg?
Mas o que é curioso nesta história é que ele (Soares) surge do nada, de paraquedas como soi dizer-se, apenas para dizer banalidades e asneiras de conveniência
Acusa a Dr Manuela, pois todos a acusamos,
solidariza-se com o Eng Sócrates, que bajulhice... Ó Dr Soares o senhor n precisa de se fazer de hipocrita, o que o senhor diz do Barroso aplica-se integralmente e ipsis verbs com o tal de Sócrates, bolas
É certo que o periodo de campoanha (em rigor de alienação) permite que tudo seja dito e ouvido, o que é pior, mas valha-nos Deus Dr Soares poupe-nos, poupe o Povo, seja patriota - pelo menos uma vez na vida - e situe-se ao lado do Povo Português e, para estar ao lado do Povo Português, o senhor tem de se situar contra a Manuela, o Socrates e todos os bandalhos do PS e do PSD que o trai´ram e traiem e toda a hora e momento.
Não nos insulte.
Retire-se.
Não se exponha.
respeite-nos.
Estamos na Comunidade Europeia, abdicamos da nossa moeda, da nossa lingua, das nossas fronteiras, da nossa soberania e DIGA quantas vezes o Povo foi ouvido para esta metamorfose interesseira? Quem levou o País para a falência Reral e Moral?
Nesta altura, todos os profissionais da mentira apelam á Verdade?
Ok eu exorto-os a falarem, uma vez na vida, a verdade e contem então ao Povo Português a verdade sobre:
1. CAMARATE (onde um primeiro ministro e um ministro entre outros foram assassinados e tal não mereceu julgamento), digam a verdade ao Povo?
2. BILDERBERG (que seita é esta que seduz tantos politicos, economistas, banqueiros e outros dignitários da Lusitânia) digam a verdade ao Povo?
3. GUERRA DO IRAQUE (Digam a verdade ao Povo? Digam porque é que o Barroso MENTE AOS PORTUGUESES - dizendo o que disse no parlament - sem lhe sere assacada qualquer responsabilidade)
4. CONTRADITÓRIO (Digam a verdade ao Povo Português, digam o que lhe acontece (povo) se ousar enfrentar os poderes (mafiosos) instituidos? Digam se este (povo) tem direito ao contraditório?)
Na verdade - em Portugal - o direito ao contraditório CESSOU com a extinção (de forma corrompida, diga-se) das FP-25
Hoje está a surgir de novo, ao de leve, masd apenas na BLOGOSFERA.
Em mais lado algum existe contraditório: ALIÁS OS PORTUGUESES - FALO POR MIM - JÁ ESTÃO CANSADOS DE VER TODOS OS DIAS À MESMA HORA AS MESMAS PESSOAS A FALAR SOBRE OS MESMOS ASSUNTOS
Pode ser verdade ou mentira aquilo que dizem, por certo que 99% é mentira, mas pouco importa pois o que lhes interessa é que isso fique INCULCADO no pensamento dos ouvintes.
Por Portugal, o da Verdade
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